Coronas Temple

VINDEMIATRIX – O CAMINHO DE CORPOS DA VIRGEM PÚRPURA

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Re: VINDEMIATRIX – O CAMINHO DE CORPOS DA VIRGEM PÚRPURA

Mensagem por Pujol em Sab Jun 22, 2013 9:02 am

DarkVirgo no Vindemiatrix escreveu:acharia uma boa essa dos 12 dourados originais!!!

porque nesse fanfic citarei 2 "amigos de vindemiatrix" que na hora do aperto deixaram ele na mão...
Wyvern aprova está proposta, a parte da história de como encaixa-los deixo nas suas sabias mãos Vindemiatrix.

Quanto a luta entre virgo e dark virgo, estou esperando por ela.
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Re: VINDEMIATRIX – O CAMINHO DE CORPOS DA VIRGEM PÚRPURA

Mensagem por Pollux em Sab Jun 22, 2013 3:49 pm

Wyvern no Pujol escreveu:
DarkVirgo no Vindemiatrix escreveu:acharia uma boa essa dos 12 dourados originais!!!

porque nesse fanfic citarei 2 "amigos de vindemiatrix" que na hora do aperto deixaram ele na mão...
Wyvern aprova está proposta, a parte da história de como encaixa-los deixo nas suas sabias mãos Vindemiatrix.

Quanto a luta entre virgo e dark virgo, estou esperando por ela.

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O Ambar está enrolando u.u eu vi ele um dia desses e tirei foto do que ele anda fazendo por ai:



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Re: VINDEMIATRIX – O CAMINHO DE CORPOS DA VIRGEM PÚRPURA

Mensagem por DarkVirgo no Vindemiatrix em Sab Jun 22, 2013 5:51 pm

Gemini no Pollux escreveu:
Wyvern no Pujol escreveu:
DarkVirgo no Vindemiatrix escreveu:acharia uma boa essa dos 12 dourados originais!!!

porque nesse fanfic citarei 2 "amigos de vindemiatrix" que na hora do aperto deixaram ele na mão...
Wyvern aprova está proposta, a parte da história de como encaixa-los deixo nas suas sabias mãos Vindemiatrix.

Quanto a luta entre virgo e dark virgo, estou esperando por ela.

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O Ambar está enrolando u.u eu vi ele um dia desses e tirei foto do que ele anda fazendo por ai:



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ararararararararar porra sacanagem... aí ceis me matam de rir.... 

ei só uma informaçãozinha, quem era esse tal de kortelus o antigo espectro de virgem que tinha aqui.. ele aínda está aqui no forum.. só pra critério de informação...

se tudo der certo meu personagem vai ser conhecido como o "maior receio de virgem".....

fiquem tranquilos caras.. tou aqui "pensando a continuação da 3ª parte" meus amigos... logo que estiver pronto vou postar...

e vou continuar fazendo estragos, enquanto o ambar não "tentar me parar"...

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Re: VINDEMIATRIX – O CAMINHO DE CORPOS DA VIRGEM PÚRPURA

Mensagem por Pujol em Sab Jun 22, 2013 6:46 pm

DarkVirgo no Vindemiatrix escreveu:
Gemini no Pollux escreveu:
Wyvern no Pujol escreveu:
DarkVirgo no Vindemiatrix escreveu:acharia uma boa essa dos 12 dourados originais!!!

porque nesse fanfic citarei 2 "amigos de vindemiatrix" que na hora do aperto deixaram ele na mão...
Wyvern aprova está proposta, a parte da história de como encaixa-los deixo nas suas sabias mãos Vindemiatrix.

Quanto a luta entre virgo e dark virgo, estou esperando por ela.

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ararararararararar porra sacanagem... aí ceis me matam de rir.... 

ei só uma informaçãozinha, quem era esse tal de kortelus o antigo espectro de virgem que tinha aqui.. ele aínda está aqui no forum.. só pra critério de informação...

se tudo der certo meu personagem vai ser conhecido como o "maior receio de virgem".....

fiquem tranquilos caras.. tou aqui "pensando a continuação da 3ª parte" meus amigos... logo que estiver pronto vou postar...

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Re: VINDEMIATRIX – O CAMINHO DE CORPOS DA VIRGEM PÚRPURA

Mensagem por DarkVirgo no Vindemiatrix em Sab Jun 22, 2013 8:23 pm

então tá fácil chefe!!!! pensei que fosse uma pessoa participante do fórum...  mais na frente.. talves eu mencione um dos dourados do lost canvas como espectro... mas só pra dar gancho e consistencia nas memórias do vindemiatrix...

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Re: VINDEMIATRIX – O CAMINHO DE CORPOS DA VIRGEM PÚRPURA

Mensagem por -=|R.R.|=- em Dom Jun 23, 2013 12:34 am

Gemini no Pollux escreveu:
Wyvern no Pujol escreveu:
DarkVirgo no Vindemiatrix escreveu:acharia uma boa essa dos 12 dourados originais!!!

porque nesse fanfic citarei 2 "amigos de vindemiatrix" que na hora do aperto deixaram ele na mão...
Wyvern aprova está proposta, a parte da história de como encaixa-los deixo nas suas sabias mãos Vindemiatrix.

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Re: VINDEMIATRIX – O CAMINHO DE CORPOS DA VIRGEM PÚRPURA

Mensagem por DarkVirgo no Vindemiatrix em Dom Jun 23, 2013 2:00 am

sossegado cara rivalidade nossa é só no rpg... só nele... fora dele é tudo sussegado.. aqui é só meu fanfic.. se quizer dar sugestões amigão fique avontade...como falei, vou tentar fazer algo que não foi tentado ainda... no decorrer do meu texto... vamos ver se dá certo

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Re: VINDEMIATRIX – O CAMINHO DE CORPOS DA VIRGEM PÚRPURA

Mensagem por DarkVirgo no Vindemiatrix em Dom Jun 23, 2013 10:39 pm

Início da Terceira parte

Vindemiatrix, esse nome? Nunca tinha ouvido nenhuma menção sequer sobre esse nome, Dominique, tinha um mistério grande em suas mãos, afinal de contas quem ou o que foi Vindemiatrix?
Dominique se via determinado a descobrir esse mistério, e iria começar ali mesmo, naquela tarde, como não tinha nenhum compromisso com uma de suas “inúmeras” amigas naquele dia, podia ficar no seu escritório no louvre, tinha uma “relação de amizade com o “vigia da noite” sempre que podia trazia presentinhos para o vigia para “comprar seu sossego durante a noite e madrugada no seu escritório” esses presentinhos sempre consistiam, em alguma bebida que o vigia gostava, ou uma rodada de “jantar” na noite ou uma pizza, de muzzarela, já estava comprado seu sossego, simplesmente o guara fazia sua ronda tranquilamente, sem incomodá-lo, e o mais importante, ele tinha acesso livre aos arquivos do louvre, para estudar a vontade, sempre acompanhado, de sua “pepsi” com um pouqinho de tequila, e um limão, já era o suficiente para passar uma boa parte da madrugada tranquilo fazendo suas pesquisas, e esse método era tão eficiente que foi atravéz dele, que ele descobriu o paradeiro destas ruinas antigas...
Dominique, éra minucioso em seu trabalho e naõ ia descançar até encontrar o fim desse mistério..
Foi na seção dos arquivos celtas, com as fotos reveladas, e o baú, que havia retirado, daquele estranho jazigo de ametista...
Estava exitante, mas decidiu:

-Je suis ici, même si nous allons bientôt voir ce qu'il ya dans ce sac,
(Já estou aqui, mesmo, vamos ver logo o que tem nesse baú!)

Forçou a fechadura, com um pé de cabra que estava no seu escritório, que já estava até meio enferrujado, e era ambém usado, para “segurança” já que sua vizinhança, em Paris, não era dos mais segura, mas com o salário que ele ganhava, era o que dava para manter, não tinha muita coisa em casa, já que ele praticamente não ficava em sua casa, tinha inda mudança ainda não completa, muitas caixas com roupas e pertences ainda para desencaixar, e sempre repetia na sua cabeça, quando saia para o serviço depois de improvisar um café com pães da manhã anterior:

J'ai besoin d'une femme de ménage, une façon de donner à ce gâchis loin de la maison ..!
(Preciso arrumar uma faxineira, pra dar um jeito nessa bagunça daqui de casa..!)

Mas voltou a se concentrar na caixa, ouviu um estralo, Cleck!! , logo pensou naqueles shows tipo “porta da esperança”:

Ouvert! Enfin, nous allons voir ce que mon prix!
- (Abriu! finalmente, vamos ver o meu prémio!)

Ao abrir aquele baú, daquele material estranho parecia a transição de pedra de ametista e metal, sempre nessa cor púrpura.,
Quando este abriu, um odor pútrido de mofo, e couro em processo de apodrecimento, rescendeu o recinto, tão forte que ele quase vomitou o refrigerante, e os pedaços de pizza, que havia comido dizendo:

-Mon Dieu! quelle odeur! semble avoir un animal mort ici!
-(Minha nossa! que fedor! parece que tem um bicho morto aqui dentro!)

O fedor foi tão forte, que rescendeu até perto de onde o vigia fazia sua ronda enquanto comia pizza , quando o cheiro tocou seu nariz, ele cospiu a pizza,  e tossindo e praguejando disse:

-Cross croyance, ce que l'enfer est cette odeur ne Dominique, m'a donné cette pizza a gagné? que malade!
(-Cruz credo, que diabos de fedor é esse será que o Dominique, me deu essa pizza vencida? que nojo!)

Ele olhou pro pedaço que estava na sua mão, cheirou, e viú que não era a pizza, e voltou a comer..

Já Dominique, se espantou com o que víu alí, tinham pergaminhos lá dentro, mas não eram pergaminhos comuns, haviam, também pedras preciosas, um capacete gaulêz, cabelo humano, o mais estranho é que estes pergaminhos não pareciam feitos de papiro, a textura, era diferente, parecia pele, pele humana!

E abriu um deles, estranhou a estrutura, parecia um diário, escrito em celta, (mas o celta éra uma linguagem morta) pensou:

-Wow, ah zut, je ne sais pas si vous avez n'importe quel type de dictionnaire Celtic ici, je n'aurais pas sauvé les manuscrits! Plus tôt aujourd'hui .. il sera désormais difficile de trouver .. et tout organiser à nouveau!
Mais je vais le faire, est la voie!

(-Nossa!, ah que droga, nem sei se tem algum tipo de dicionário celta por aqui, eu não devia ter guardado aqueles manuscritos! Hoje mais cedo.. agora vai ficar complicado achar.. e organizar tudo denovo!
Mas vou fazer isso, é o jeito!)

Saiu para procurar os documentos celtas, e assim conseguiu começar a tradução, lia cada linha e comparando símbolo com significado com vocábulo para ele o que começava a parecer um diário, que tipo de pessoa ou  criatura, escreveria um diário em pele humana!?

Pegou luvas cirúrgicas, para evitar qualquer tipo de contaminação com aquele material, colocou óculos que dificilmente utilizava e exclamou:

-Je vais avoir besoin de plus de pepsi pour ça!, Ce soir sera très long!
(-Vou precisar de mais pepsi pra isso!, essa noite vai ser bem comprida!)

A partir desta linha, irei descrever os acontecimentos, sem a utilização do idioma Francês, pois são reproduções fieis do diário que Dominique encontrou nas ruínas, somente retornarei para o francês se houver alguma interrupção na narrativa, para comentários de Dominique.....

Dominique, começou a entender aquele primeiro parágrafo, e seu título:

(só uma pequena nota) que não faz parte da história, a partir daqui irei sonorizar cada parte de acordo com os acontecimentos.. "para aumentar a imersão dentro do clima da história" então aperte play antes de ler cada parte... ok?!


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O PEQUENO ALDEÃO


Meu nome, é Vindemiatrix esta é minha história, e a partir daqui, nada e ninguém tem o direito sequer de julgar meus atos ou tudo o que fiz, de “minhas existências, somente meu imperador “HADES” e somente ele há de me julgar, nasci, em Venneti uma cidade da Gália, sou filho de Kaolin um pescador, e Amalberga uma lavradora, morava com meus pais, em uma aldeia, próximo ao rio, minha vida não foi fácil desde o início, mal tinha começado a caminhar, minha mãe amalberga já me ensinava como escavar, para arrancar “beterrabas” do chão, era delas que tirávamos nosso açucar, e com elas também fazíamos nosso famoso vinho, que completava nossos ganhos, sempre acompanhei minha mãe, enquanto ela ia para nossa pequena plantação, e meu pai para sempre me ensinava a pescar, fui criado para ser tanto um exímio pescador e lavrador, legítmo gaulês, minha mãe no auge de sua beleza feminina com 22 anos, de longos cabelos negros, e olhos azuis, como duas grandes safíras, meu pai com cabelos loiros como o trigo, na primavera, um homem não muito robusto, pois aos poucos padecia de uma doença que no futuro, chamaria-se “tuberculose”, sempre tossia quando falava, seu hálito também não era bom, e já denunciava o estado avançado ao qual se encontrava, eu era feliz, eu tinha uma infancia feliz...
Aos meus 8 anos , numa pescaria com meu pai, já haviamos pescado muitos peixes,  aquele dia estava muito bom para pescaria, uma primavera de muita fartura, tudo estava indo muito bem, a colheita de beterrabas foi ótimas, meus pais estavam felizes, e minha mãe planejava me dar uma irmãzinha, no outono daquele ano....




Foi quando eu e meu pai ouvimos gritos, vindos de longe da margem do rio!
Era minha mãe, que gritava, era estranho, para uma criança ouvir o grito de desespero da própria mãe, comecei a chorar, meu pai segurou forte na minha mão enquanto remava o nosso pequeno barco de madeira, até a margem o mais rápido que podia, estava desesperado e não parava de tossir, tossia tanto que chegou a cospir sangue pela boca, eu estava com medo meu pai estava com medo, temiamos sim pelo pior.


Chegamos a margem, meu pai, me agarrou pelo braço, e pulamos do barco, corremos pela mata, o capim cortava meus calcanhares, galhos, lama, uma sucessão disso, até chegarmos na clareira onde ficava nossa cabana, nossa plantação nossa cabana estava em chamas, o que ví por Belenos (Divindade solar Gaulesa, equivalente a Apollo), minha mãe, estava de joelhos toda machucada em súplica, tinham uns 14, homens, com espadas, tochas, mina mãe, o que aqueles monstros queriam, meu pai correu, eu corrí junto com ele, entramos na frente da minha mãe, não iriamos deixar aqueles homens machucarem ela!
Mas que diferença faz um velho pescador, e uma criança, frente a 14 homens com tochas, e maldade no coração, conheci o rosto da maldade em tão tenra idade, e como o ser humano consegue ser tão malvado, esse foi meu primeiro “flerte com a maldade”.

Calmamente, entre aqueles homens, caminhava, um homem de cabelos até o ombro castanho claro, barba espessa, vinha caminhando com um olhar malicioso, olhando para meu pai, dizendo:

- Então Kaolin, então é aqui que você se escondeu?, afinal de contas, o que te deu na cabeça em deserdar do meu exército, seu cão lazarento, ordinário!

Meu pai, respondeu, e disse esse nome o nome desse homem, esse nome nunca mais esquecí, ele foi o motívo de tudo que fiz até hoje,  esse homem:

-Senhor Vercigentorix, perdoe-me por minha deserção, do grandioso exército do senhor,  mas não tive coragem de comunicá-lo, mas queria parar meu senhor, por favor tenha piedade de minha esposa e meu filho, eu não sirvo mais para ser um dos seus soldados, sou um velho doente, castigue-me, mas por favor, poupe minha esposa, e meu filho...


Vercigentorix, com um sorriso malicioso, sem dizer uma palavra, calmamente desenbainhou sua espada, e como quem mata um cão, com um único golpe decapitou meu pai!, o sangue do meu pai respingou no meu rosto e no rosto de minha mãe!

Eu estava aterrorizado, minha mãe de joelhos, suplicou por minha vida, quando um dos soldados de Vercigentorix, acertou a com a bainha da espada e ela caiu!

Eu ví, eu ví, e nunca esquecerei, jamais esquecerei, minha mãe, o coração tão púro, minha redenção, de joelhos suplicando pela minha vida, pela própria vida dela!

Eu ví chorando e gritando pedindo para pararem, Vercingentorix, estupravava minha mãe!, e um dos seus soldados me colocou para olhar, e disse que me matava se eu virasse os olhos, depois outro, outro outro, até que os 14 soldados de Vercigentorix, terminarem de estuprar minha mãe!

Eu ví Vercingentorix, assassinar minha mãe, com uma punhalada no peito com sua espada, eu ví quando ele ateou fogo no que sobrou da nossa plantação, matou nossos animais!, depois não ví, na terra fria, e suja do sangue dos meus pais, manchada da bondade e pureza de coração de minha mãe escorrendo pelo chão, eu olhei firme para Vercigentorix, e lhe disse!

- Olhe bem para esse rosto Demônio!, (eu olhava para ele, eu estava coberto de lama , e o sangue dos meus pais, mas eu estava com um ódio mortal, apesar de ser só uma criança, eu queria Vercingentorix morto, meu sangue fervia, naõ entendia aquele misto de sentimentos dentro de mim, a perda da minha santa mãe, e do meu pai, o ódio pelo rosto tão malvado daquele homem..) daqui a alguns anos eu iriei encontrar você! E neste dia será seu último dia que caminharás por estas terras!

Essa foi a última coisa que ví!


Voltando a Dominique suando frio, ainda sem acreditar, emocionado com o que leu:

- Mon Dieu, pourquoi est-ce à lui, un enfant, mais Vercigentorix était un héros, ce manuscrit changements tout ce que nous savons à ce sujet ici en France, mon dieu, il est une fraude! Il était un violeur meurtrier! il n'était pas un héros! les livres d'histoire sont mal!!!!!

- (Meu deus, por que fizeram isso com ele, uma criança, mas Vercigentorix,  foi um heroi, este manuscrito muda tudo o que conhecemos sobre ele aqui na frança, meu deus, ele é um farsante! Ele foi um assassino estuprador! ele não foi um Heroi! os livros de história estão errados!!!!)

Fim da  terceira parte

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Re: VINDEMIATRIX – O CAMINHO DE CORPOS DA VIRGEM PÚRPURA

Mensagem por DarkVirgo no Vindemiatrix em Seg Jul 01, 2013 11:26 am

Início da Quarta parte
 
Dominique, ao alto dos seus 25 anos não conseguia acreditar no que tinha lido, pensava:
 
-Vercingentorix, imaginez si je dis les journaux, qui se lisent, les livres vont changer, que l'impunité ne laissera pas caché ..! Le héros "Gaulois", est une arnaque, attendre que le matin arrive .. aller dans ma tête et dans mes collègues chercheurs disent tous .. J'ai découvert ce soir, nous rendons hommage à un violeur, un menteur, un faux!
 
(-Vercingentorix, imagina se eu contar aos jornais, o que lí, os livros vão mudar, essa impunidade não vou deixar escondida..! O heroi "gaulês", é uma farsa, espere até a manhã chegar.. vou no meu diretor e nos meus colegas de pesquisa contar tudo.. que descobri essa noite, estamos honrando um estuprador, um mentiroso, uma farsa!)
 
O que ele não via, era a sombra “púrpura” ao seu lado, tão tênue, e tão clara, que não dava pra notar, ele soltou um calafrio, estava achando a sala fria, não era a sala fria, era o espírito vindemiatrix, o observando fixamente, dizendo:
 
- Isso continue lendo, esse é meu legado! Continue lendo! Dizia sorrindo..Continue pois estou apreciando muito sua dedicação...!
 
Pobre Dominique.....
 
 
Para Dominique naquele horário não podia fazer mais nada, eram 2:30 da manhã de uma terça-feira, ele estava sem sono estarrecido com o que tinha lido, pensava como é possível que um monstro fazer uma atrocidades daquela com uma criança de 8 anos, assassinar um velho, e promover um estupro coletivo com a mãe do garoto e ainda obrigá-lo a assistir...
Foi tomar um gole de sua pepsi (batizada) e já havia acabado., o jeito agora era dividir o café com o guarda, e algum pão dormido que ele tenha trazido, que sobrou... não havia mais nenhum fast food, aberto àquela hora...
E simplesmente foi, teve uma discussão amistosa com o guarda, que queria saber que cheiro foi aquele, ele disfarçou, e disse que foi algo que “deixaram” no banheiro do museu, algum visitante, um pouco apertado... e ele foi abrir para usar o sanitário, e o cheiro rescendeu... e o guarda disse:
 
-Qu'est-ce qu'ils mangent là, oh my lady, ici est pire que l'usine de traitement des eaux usées, ici à Paris!, A juré que c'était l'odeur d'un cochon mort!
-(O que andam comendo por aí, minha nossa senhora, aqui está pior que a estação de tratamento de esgoto daqui de paris!, jurava que era o cheiro de um porco morto!)
 
Riram muito de um “suposto” descuido do fachinerio, Dominique foi na garrafa de café, do Guarda da noite e pegou, um grande copo, e um pedaço de pão e foi pra sua sala, e disse, que depois pedia outra pizza pro guarda, o guarda sorriu acenando positivamente...
 
Voltou compenetrado em sua tradução e interpetaçaõ daqueles manuscritos, estranhamente escritos em celta, e em pele humana!.. (vindemiatrix em expirito o acompanhou, ansioso, para que ele continuasse a ler seus registros)...
 
Dominique, deu uma golada no café, e mordeu um pedaço de pão, e voltou a traduzir, eram 3:20 da manhã de quarta feira...
 
 
 
 
DA DESESPERANÇA AO DESESPERO
 
Pelo Senhor Hades, lágrimas não humanas, lágrimas pútridas, fétidas como o corpo em decomposição correm pelos meus olhos, quando me lembro dessa faze de minha existência....
Eu diante dos meus pais mortos, minha mãe com o rosto virado em minha direção, com uma adaga com o símbolo de família de Vercingentorix, e o sangue fluía tão vermelho tão viscoso, minha mãe, mãe!!!!
Meu pai, não teve tempo de se defender, Pai!, Pai!.
Me perdeoem Minha mãe e meu pai, por tudo que fiz, e por favor, não pesso que guardem e intercedam a mim diante de Zeus, pois não mereço, a misericórdia de vocês, meu pai, esse velho herói, pescador, minha mãe, a pureza, e virtude de coração...
Chorei copiosamente, como nunca chorei, diante de nada nessa vida diante deles de seus corpos, eu era uma criança não conseguiria arrastar seus corpos, então optei por deixa-los, lá para que o fogo consumisse ambos, e que fizessem uma viajem tranqüila para os céu...
Mas antes disso, chorando retirei a adaga de Vercingentorix, e levei ela comigo, e saí dali!
Como foram difíceis aqueles 3 anos na floresta, tive que aprender a caçar, devorar carne de caça crua, imagine você, ingerir carne crua como um animal, uma criança, caçando cervos, e outros animais, se alimentar de frutos, em 3 anos a roupa a única peça de roupa que minha mãe fez, foi a única coisa que sobrou da minha mãe minha redenção...
Nas montanhas há quase umas 20 milhas dali, sobrevivi com o que podia, não podiar tomar banho todo dia pois fazia frio demais, não tinha com o que me cobrir, a não ser o couro mal curtido dos animais que comia, após caçá-los..
 
Certa vez, com 11 anos, me aproximei, sorrateiramente, de um acampamento de uma tribo vizinha, para tentar roubar comida, de uma tenda, estava faminto, já tinha um dia e meio que não me alimentava, tnha que ser ali era agora ou nunca...
 
Entrei dentro da cabana, sorrateiramente, e peguei um pedaço de pão, e alguns pedaços de carne e frutas, e enquanto saía comendo tudo as pressas, me preparando para me embrenhar novamente no mato, frio das florestas da gália éra quase inverno naquela época, mas o que não sabia, que não era que os donos adquela pequena cabana tinham saído para seus afazeres diários, estavam sendo, escravizados,  Ouvi um grito:
 
-Ei você, garoto, volte aqui, agora mesmo, pensei por belenos, o que seria?
 
Não tive tempo de pensar, senti uma rede cair sobre mim, pesada como aço, o que seria aquilo:
 
Eram bárbaros, Teutões (Os teutões eram os povos germânicos que viviam no centro e norte da Europa. Originalmente estavam estabelecidos na península da Jutlândia (atualmente extremo-norte da Alemanha e parte continental da Dinamarca), eles estava a buscas de escravos para suas minas, eram 5, muito forte, pareciam bem alimentados, estavam assassinando os homens, raptando os meninos, e capturando as mulheres para lhes servirem de “prazeres da carne”....
Mais uma vez, depois de 3 anos, lutando pela sobrevivência, me vi cativo, indefezo, tentei gritar não conseguia sair daquela rede...
Me colocaram em sua carruagem, para escravos, algumas mulheres choravam, meninas, meninos, tristes porque seus pais foram mortos,....
E só conseguia pensar numa forma de sair dali, sentia algo crescer dentro demim... algo malvado...
 
Depois de aproximadamente 5 horas, de chuva e frio, alguns tossiam sem parar, e eram espancados com pedaços de pau como se fossem animais, mulheres, eram poupadas, pois “não queriam estragar” a mercadoria, e nós as crianças, eram vistas com cobiça, as meninas, com certeza, seriam escravas sexuais, a medida que crescencem, e os meninos, com certeza, virariam, grandes carregagadores de pedra, pagos com 50 chibatadas, e resto de comida para dar para porcos...
Aqueles teutões é que eram os porcos, escravisando meus companheiros de destino... (aquele foi meu segundo flerte com a maldade...) pensei comigo... vou assassinar a todos todos eles um por um... (parecia que algo sussurrava em meu ouvido A carruagem parou, e desderam, e foram carregando, as mulheres primeiros, com correntes...
Aqueles porcos, lêvantavam seus vestidos rústicos, tocavam em suas intimidades tão bem guardadas, com suas maos sujas, porcos imundos!!!!!! DEMÔNIOS!
 
Um dos Bárbaros enquanto, descia as crianças, e eu estava junto, mas era fácilmente confundido com uma menina, pois usava cabelo comprido, sujo mas comprido, parecido com o da minha mãe, e havia amarrado ele com o adereço que minha mãe sempre usava... isso nunca saiu de mim até hoje, uso no cabelo, essa recordação da minha mãe...
 
Um dos bárbaros, se irritou com uma das crianças, um menino, de acho que uns 6 anos, magro, loiro, somente porque o menino tossiu, (tuberculose) ele acertou sem dó nem piedade um soco na lateral das costelas do menino, eu ouvi seu grito, sem ar, e ele caindo no chão, o bárbaro pisou na sua cabeça, como se rompesse uma beterraba, o sangue, ossos, olhos, massa cinzennta., uma vida, desperdiçada, destruída, maculada...
Olhei fixamente para aquele corpo que ia sendo arrastado, pois estava acorrentado conosco... fomos levados até a tenda, meninos e meninas.
 
E enquanto ouvíamos, os gritos das mulheres, as crianças ao meu lado, meninos e meninas, começavam a chorar, pedindo para não machucarem suas mães, elas estavam sendo violentadas naquele exato momento, só podíamos ouvir seus gritos abafados.
 
Não sei o que deu em mim... aos poucos, fui apagando, quando ví, em minha direção vindo, uma mulher, linda, brilhando com uma aura vermelha ( sim o cosmos de vindemiatrix enquanto cavaleiro de ouro era vermelho, não era dourado como os outros) por belenos, era minha mãe... que me beixou a face e disse, sussurrando:
 
-Vou por um fim nisso!
 
Assim desmaiei, as outras crianças se assustaram com a figura, daquela mulher, os que eles e nem eu sabia, que aquele era meu primeiro golpe, que desferi quando queimei minha ira guardada por todos aqueles anos, Vercingentorix, meus pais, tudo aquilo, era demais pra mim,
 
Aquela mulher nada mais era que a “Grande Malícia”, meu golpe que e o nome pelo qual eu seria conhecido há alguns anos a frente...
 
Aquela mulher, ( ou meu golpe como você que está lendo este relato preferir) sugou a vida de todos aqueles porcos teutões, todos eles, como eu me deliciei com eles gritado em desespero, enquanto ela os beijava um por um sugando a vida deles, deixando somente o esqueleto de cada um seco, malditos morram todos seus portos! Eu gritava, incosciente, em febre, convulsivando, MORRAM TODOS, TODOS , AGORA, MALDITOS!
 
As crianças ao meu redor estavam apavoradas, pois as mulheres pararam de gritar, e elas me observavam, em estado de convulsão ( já que a palavra nem essa condição tinha nome naquela época), por fim era  manhã, e a tal mulher me observava, as crianças estavam afastadas de mim, apesar de estarmos todos acorrentados, a mulher me abraçou, e em seu abraço, senti minhas forças recobrarem, era como se eu estivesse em plena forma física, como foi bom aquele abraço, o abraço de minha mãe...
(esse abraço nada mais era que, a Grande Malícia, entregando as almas dos Teutões para Vindemiatrix, ainda criança)
Aí tive a idéia, e gritei para os outros meninos:
- Ei, parem de me olhar, levantem-se logo, vamos ajudar as mães de vocês! Andem logo, vamos, uma onda de coragem, tomava conta de mim, senti-me bem, me sentia forte, confiante.
 
Tanto que entrei junto com as outras crianças,  e as mulheres estavam espantadas, gritavam, assutadas, se vestindo, algumas com as roupas copletamente rasgadas, corriam abraçavam seus filhos, e como foi forte minha dor, todos foram abraçados, menos eu, saí dali, após uma mulher tirar a corrente do meu pescoço e dos meus pés e braços, saí sem rumo, mas na cabeça daquelas pessoas, nunca se esqueceriam, do que havia ocorreria ali, e aquele fato ficaria eternizado, em suas linhagens de família, até os dias de hoje...
 
Caminhei aquela estrada descalço, mas não sentia nada, estava sem fome, sentia que poderia caminhar para sempre, até o fim do mundo, talvez fosse isso que eu queria fazer, caminhar até o fim do mundo, minha mente estava vazia, mas sentia um alívio ( proporcionado pelas almas dos bárbaros, que gritavam em desespero dentro do cosmo de Vindemiatrix)...
 
Caminhei, pratricamente um dia todo, até que vi uma carruagem, e uns homens da capuz, um homem, estava com problemas com a roda de sua carruagem, era velho,  não conseguia colocar a roda, e como que por impulso, levantei aquela roda, que era umas 5 ou 6 vezes mais pesada que meu próprio peso, levantei aquela roda como se fosse nada......
 
O velho batia palmas, não acreditava, como uma criança, pequena, consegiu, levantar aquela roda tão pesada, que seria no mínimo 2 homens fortes para levantar,
 
Logo ele me chamou para comer, me limpou, e disse:
 
-Garoto, qual é seu nome:
 
_Vindemiatrix, respondi a ele, de cabeça baixa...
 
-Garoto, você não é uma pessoa normal, o que você fez ali com minha carruagem, prova que há algo diferente em você, e você me surpreendeu, vou desenvolver esse talento em você...
 
-Tanto faz, respondi a ele.. sem dar muita importância para que o velho dizia...
 
E o velho, disse:
 
FAREI DE VOCÊ UM GRANDE FEITICEIRO DRÚIDA!
 
Voltando a nossa realidade, Dominique estava estupefato, gritou:
 
-Quoi, comment il a survécu, seules trois ans, mais comme, ce qui était cette femme, mon dieu, quel est cet enfant, qui a rapporté cette histoire si intense!
 
-(O que?, como ele sobreviveu, 3 anos sozinho, mas como, o que foi essa mulher, meu deus, o que essa criança passou, que relato que relato tão intenso!)
 
Olhou para a Janela do seu escritório e já era manhã! 7 da manhã, daqui 30 minutos o curador do museu chegaria, o guarda já estava se aproximando de sua porta.....
 
 
Fim da  Quarta Parte

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Re: VINDEMIATRIX – O CAMINHO DE CORPOS DA VIRGEM PÚRPURA

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