Coronas Temple

A insurreição de Poseidon.

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A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Aiacos em Sab Ago 19, 2017 10:40 pm

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"Certas histórias vem e vão. Algumas acabam perpetuadas ao serem repassadas de geração em geração. Já outras, caem no esquecimento, e são soterradas pelas areias do tempo."



"Muitos anos se passaram desde que uma série de conflitos ocorreu entre humanos e deuses. E não se tratava de conflitos datados de eras mitológicas. Mas sim, na virada no segundo milénio depois do nascimento de Cristo no calendário cristão. Diversos deuses sucumbiram nessa sucessão de lutas, tendo como protagonistas a deusa Athena e seus cavaleiros, principalmente os cinco lendários cavaleiros de bronze."



"Com seus punhos, são capazes de rasgar os céus, e com seus pés, de abrirem fendas na terra."

"Era o que diziam as lendas. Mal sabiam que era verdade. Humanos tolos. Porém o mundo é cheio de mistérios, é normal, natural, aceitável."

"Todos morrem...é um ciclo interminável. Nada dura para sempre."





"Muitos anos se passaram desde a geração de Seiya de Pégasus. O mundo mudou bastante, a civilização mudou, os costumes, muitas coisas. Natural até, a humanidade vive em constante transformação. Uma metamorfose ambulante."

"O ano era 2229."




"Mas nossa história se passa em um local mais ermo, distante, longe dessas mega metrópoles. Tudo começou quando o Grande Mestre do Santuário observou um sinal nas estrelas."




"Algo estava acontecendo. Uma estrela cadente. Porém diversos são os sinais enviados pelos céus. Somente poucos podiam entendê-los e interpretá-los. Em Star Hill, uma silhueta se movimentava vagarosamente."




- Então...novamente vejo o mesmo sinal ocorrendo..."A silhueta se revela: era o Grande Mestre do Santuário." ...são maus presságios..."Suspira profundamente, enquanto remove o elmo, coçando sua nuca pensativo."

"Um novo ciclo se inicia. A insurreição de Poseidon."

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"Esse é um ponto interessante. As pessoas sempre pensam no amanhã, no depois, mas esquecem o hoje, o agora. Perdidas no vórtex do caos. Sem vida para entenderem o que é a vida. Escondidas em suas fantasias podres e convencidas."

"Alguns dias depois de avistar novamente um sinal em Star Hill, uma certa notícia incomodaria a paz do Grande Mestre."



"Por um breve momento, um poderoso cosmo maligno foi sentido na região norte da França, próxima da cidade de Caen, na região da Normandia. Um pequeno vilarejo inteiro ficou em ruínas. Todos os habitantes morreram."




"Corpos espalhados por todo o vilarejo, uma verdadeira chacina havia acontecido."





"Um mar vermelho se espalhou pelos quatro cantos. Incontáveis corpos de inocentes jaziam gélido no solo, este já avermelhado pelo banho de sangue."




"Tantos gritos de desespero e dor. O inferno por um momento reinou naquele pobre vilarejo."

"Quem?"

"Porquê?"

"Como?"

"Quando?"

"Notícias corriam pelo mundo todos. Julgavam ter sido um outro atentado terrorista praticado por um grupo muçulmano fanático. Porém no Santuário havia uma certeza absoluta: o genocídio daquele vilarejo não foi obra de humanos normais. Ainda mais pelo fato de que por um breve momento um poderoso cosmo foi sentido, se apaziguando em décimos de segundo. Somente aqueles que possuíam o sétimo sentido puderam sentir."





"Como se fosse um breve clarão de luz. Rápido e poderoso. Forças ocultas haviam agido naquela região."



"Incomodado, o Grande Mestre decidiu formar um grupo para investigar o ocorrido. Decidido, ordenou uma divisão para se dirigir até esse vilarejo próximo de Caen. Tal divisão era composta de vinte soldados rasos, oito cavaleiros de aço e dois cavaleiros de bronze: Golfinho e Urso."




"E assim, o grupo se dirigiu até o norte da França, em busca de pistas que pudessem explicar o que havia ocorrido nesse local. E o mais importante: de quem era essa cosmo energia que queimou furiosamente porém brevemente naquela fatídica noite fria."

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"Porém uma semana depois, as ruínas daquele mesmo vilarejo, já destruído, voltavam a arder furiosamente em chamas."



"O Santuário não havia recebido nenhum sinal da divisão enviada sob ordens do Grande Mestre. Achando tal situação muito estranha, enviou um drone minúsculo para investigar. Sendo controlado por pesquisadores e equipe técnica que auxiliava o Santuário, estes estranharam de um fato."




"O pequeno drone enviado foi destruído logo após chegar no local. Mal sobrevoou o vilarejo e seu sinal foi perdido"

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"Porém as imagens gravadas puderam ser transmitidas à tempo, revelando uma situação assustadora."





"Os soldados rasos foram encontrados todos mortos. Nenhum havia sobrevivido. O que espantava o novo grupo de cavaleiros é que não havia sinais de luta. Somente os corpos, como se fossem mortos instantaneamente."




"Porém seus corpos demonstravam sinais de extrema violência e mutilações. Como se uma besta selvagem tivesse atacado a cada um deles."




"Nem os cavaleiros de aço e de bronze foram poupados. Seus corpos jaziam estraçalhados entre os seus camaradas abatidos. Puderam verificar que foi um golpe rápido e certeiro que haviam aniquilado as forças avançadas do Santuário."




"Mas o que poderia matá-los tão facilmente? Soldados rasos eram buchas de canhão, essa é a triste realidade. Mas quando um cavaleiro de aço morre, começam a prestar mais atenção. Agora, dois cavaleiros de bronze? A situação merecia ser analisada com rigor."

"Porém, no segundo em que o drone foi destruído, foi possível observar uma silhueta. Congelando a imagem, os técnicos se deparam com algo macabro."




"Um cavaleiro negro, vestindo uma armadura idêntica a usada pelo cavaleiro de ouro de Áries. Tal informação só foi repassada apenas para Athena, os cavaleiros de ouro e o alto comando do Santuário."

"Uma situação crítica. Um cavaleiro negro. De onde ele surgiu?"




"Sem tempo a perder, o Grande Mestre ordenou que todos se reunissem no coliseu do Santuário no próximo dia, às 10 horas da manhã. E assim...tudo começou."

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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Malakh em Dom Ago 20, 2017 4:46 pm

Os Cavaleiros de Ouro se reuniam no Coliseum do Santuário para ouvir um importante pronunciamento do Grande Mestre.


- Jovens Cavaleiros, eu os chamei aqui hoje e somente vocês, pois o que irei comunicar trata-se de uma informação sensível que não pode se espalhar pelo Santuário. Colocaria em risco a credibilidade das nossas instituições, causaria pânico e fomentaria a desconfiança entre todos. - enquanto o Mestre dizia tais palavras, os Cavaleiros de Ouro demonstravam preocupação através de gestos e expressões faciais. 





- O grupo de cavaleiros, que enviamos à França para descobrir a causa do massacre, foi completamente aniquilado. Todavia, seu sacrifício não foi em vão, encontramos o culpado de tais atos: um cavaleiro negro.


- Cavaleiro Negro? Não é possível! Eles foram selados na Ilha da Rainha da Morte há séculos! Se um deles escapou, isto significa que... - o Cavaleiro de Leão era interrompido pelo Grande Mestre.


- Significa que o Guardião da Ilha foi derrotado, sua máscara destruída e o selamento desfeito.





A surpresa toma conta dos Cavaleiros de Ouro por um breve momento até o Leonino voltar a se pronunciar.


- Entendo, Mestre. Com certeza trata-se de um problema sério, mas há ainda algo mais nesse caso, não?


- Ou não seria necessário convocar-nos, a elite dentre os Cavaleiros, para resolver tal questão. Apenas um Cavaleiro de Prata derrotaria vários Cavaleiros Negros facilmente.


- Justamente, Rasmus... Não se trata de um Cavaleiro Negro comum. É Bastian, aquele que falhou em conquistar a armadura de ouro de Áries por ela ter o rejeitado, não por faltar-lhe poder, mas por ele procurar tal poder apenas por motivos egoísticos.


- Bastian?! Já faz anos que não ouço esse nome! Se ele se juntou aos Cavaleiros Negros, então talvez a quebra do selamento da Ilha não tenha sido algo tão recente!




- Por essa razão tal informação deve ficar somente entre nós. Existe a possibilidade de os Cavaleiros Negros estarem soltos há muito tempo e conspirando contra o Santuário. Receio até que haja algum entre nossos cavaleiros de patentes mais baixas, apenas para espionar nossas atividades.


A reunião terminou com um clima de preocupação e até de certa desconfiança. O Grande Mestre previra tal comportamento, mas acreditava que os Cavaleiros de Ouro estavam preparados para manter a calma e confiar em seus companheiros.


Após a discussão com os Cavaleiros de Ouro, o Grande Mestre havia se decidido e dado sua ordem. Ele escolheu um Cavaleiro de Ouro para averiguar a situação e lhe entregou um mapa muito antigo, retirado direto da biblioteca em Star Hill. A localização por ele demonstrada era a da Ilha da Rainha da Morte.
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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Hunter em Dom Ago 20, 2017 9:22 pm

A reunião terminou com um clima de preocupação e até de certa desconfiança. O Grande Mestre previra tal comportamento, acreditava que os Cavaleiros de Ouro estavam preparados para manter a calma e confiar em seus companheiros.

Mas Rasmus o cavaleiro de ouro de Leão estava inquieto,tinha uma suspeita e não se conteve,abandonou sua casa zodiacal com a determinação de um leão faminto atrás da sua presa.


Nos arredores do Santuario um jovem adulto com vestimentas simples,ao seu lado havia uma urna,estava totalmente 
concentrado em frente a uma pedra gigante,que se assemelhava a uma montanha.


Por um momento todo o som ao redor cessou,não era possivel ouvir o canto dos passaros,
ou o barulho suave dos ventos da região Grega.Até que uma enorme rajada de vento passa
ligeiramente ao lado da cabeça do jovem imovel,a rajada destrói a pedra interrompendo o silencio..


 -E não é que temos uma visita ilustre por aqui? "O jovem continuava imovel,olhando para os destroços que caiam em sua
frente"

 -Pq não se moveu? Por acaso sua insanidade te tirou o apreço pela vida? "era o cavaleiro de ouro de Leão"

 -Se um dos cavaleiros de ouro mais veloz quise-se me matar,eu não teria como me defender.. "Vira para o cavaleiro e lhe da 
um sorriso amarelo"

 -Vergonhoso de sua parte usar sarcasmo para esconder sua frustração !! eu sei oque esta planejando!


 -Não faço ideia do que esta falando,oque alguém da elite iria querer de alguem como eu? 




 -Bastian esta na França,planejando algo contra o Santuario.



 -E oque eu teria haver com isso?


 -Sei do seu envolvimento com Bastian e os renegados,que não muito tempo atrás tentou invadir as doze casas em uma
estupida tentativa de revolta.



 -Alguém como você nunca entenderia o motivo real por nossas ações..




 -Motivo? hahaha... Algo tão estupido não tem justificativas plausiveis..Não atoa que não foram dignos a serem guardiões
das doze casa. "Provoca o Dourado,formando um sorriso sarcastico com os labios" 

A provocação parece ter dado certo,por um momento o Jovem vira para os destroços e coloca a mão na urna que estava agora a sua direita.

 -É apenas isso que tem a dizer? Então estou de partida.. "O jovem puxa uma alça que tinha na urna e a ajeita em suas 
costas"


 -Virando as costas pra mim de novo,quanta audacia..


 -Como falei,se você quisesse mesmo me matar,ja teria feito..Não adianta tentar me provocar,como jurei ao Mestre,nunca
mais levantarei os punhos contra um cavaleiro! 


O jovem então se vira e caminha em direção oposta ao cavaleiro de ouro


 -Se confirmado que você é mesmo um informante de Bastian,eu pessoalmente arrancarei sua cabeça..Saiba que mesmo com o perdão do mestre,mesmo com essa sua armadura que lhe foi entregue como consolo,você nunca sera aceito como cavaleiro de Atena...Sera sempre Igor o Renegado!!! 


A palavras finais de Rasmus coincidiu com exato momento que Igor sumia do seu campo de visão.
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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Hiramaru em Dom Ago 20, 2017 10:01 pm

Após dar suas ordens o grande mestre estava voltando para ao santuário, quando decidiu pergunta algo a um cavaleiro que estava calado desde o inicio o observando como se quisesse dizer algo. 


-Mordred... desde o inicio sinto que você tem algo a me dizer. ele para em frente Mordred de capricórnio e o pergunta olhando levemente para trás. 


-Grande mestre, me desculpe a grosseria mas você tem absoluta certeza que todos os cavaleiros enviados para a França estão mortos?  Com olhos sérios e cheios de intensidade ele pergunta ao grande mestre. 



-humm... então é sobre a Karen e o Fritz emm Imagens da linda Saintia de bronze e do jovem cavaleiro de Urso veem a sua cabeça. 




"Aquelas crianças eram como se fossem seus filhos."



-Não temos certeza absoluta...   Não conseguimos informações suficientes. 


O mestre relutantemente diz para Mordred as informações adqueridas. 

-Mestre, eu gostaria de ir para a França verificar isso. 


-É possível que Bastian já tenha ido embora depois de ter sido descoberto, mas se ele ainda estiver por lá eu posso mata... pará-lo! 




"Esse velho extinto assassino."




-Faça como quiser. 





-Mas Mordred... Não passe dos limites.





Última edição por Hiramaru em Dom Ago 20, 2017 11:41 pm, editado 1 vez(es)

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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Hypnos em Dom Ago 20, 2017 11:10 pm

Ainda no Salão do Mestre, Demetrio estava posicionado nas sombras entre alguns pilares a esquerda, no centro havia o grande tapete vermelho que levava o trono do Mestre e a direita mais pilares e passagens para aposentos e salões.



Alguns Cavaleiros de Ouro já haviam se dispersado após a reunião emergencial do Grande Mestre, restavam no recinto apenas 04 Cavaleiros de Ouro. Eram eles, Mordred de Capricornio que falava em particular com o Mestre, eu, Demetrio de Aquario, o sinistro Cavaleiro de Cancer, Yama e o Cavaleiro de Escorpião que estava recostado na entrada do salão pensativo, enquanto sua capa balançava com o vento.


Eu usava meus fones de ouvido e estava escutando algumas bandas que fizeram sucesso nos anos 80/90/2000 e por ai vai, ao mesmo tempo observava tudo atentamente e percebi que Mordred estava se retirando em passos largos.



Em seguida sinto alguém tocando meu ombro, era o Grande Mestre que estava ao meu lado, sinalizando para que eu tirasse os fones.


- Sim, Grande Mestre! Estou a seu serviço e de Athena, em que posso ser útil? {Respondia tranquilamente, com sua habitual e tenebrosa frieza tanto no olhar quanto na voz e posturas}






- Demetrio, por acaso você ouviu e prestou atenção no que eu falei aqui hoje? { Falava em um tom rude e aspero }


O Mestre não suportava o comportamento do Cavaleiro de Aquário, pois o mesmo sempre se mantinha afastado de todos nas reuniões, raramente conversava com outros dourados, estava sempre com seus fones de ouvido. O Mestre sabia no entanto, que o cavaleiro era astuto e engenhoso. Apesar de disperso, nada passava despercebido por ele.
Além disso, Aquario era conhecido por ter um poder extraordinário escondido, e que usou apenas uma vez, em uma ocasião. Mas não era de adentrar essa história. Por conta disso, que o Mestre tolerava o comportamento arredio e solitário do Cavaleiro.






- Sim, Mestre, perfeitamente! Estou ciente do que esta havendo. {O tom sempre frio e calculista do Cavaleiro de Aquário, assustava até seus colegas}






- Ótimo! Estou preocupado....Mordred me pediu para ir até a França averiguar o ocorrido...mas receio que os sentimentos pessoais dele possam interferir na missão..






- O senhor acha que ele pode ser derrotado? Impossivel! Ele é um dos mais poderosos dentre os 12 dourados e...



- Eu sei.. {Interrompendo o dourado }


- Contudo....{O Mestre dava uma pausa, e soltava um profundo suspiro} cautela em excesso nunca é mal...será que você poderia acompanha-lo? Sei que adora espreitar nas sombras, e é isso que quero que faça. Não interceda a menos que a vida de Mordred esteja ameaçada. Compreendeu?






- Claro Mestre, eu estou a caminho! Serei a sombra de Mordred e irei dar suporte a ele, caso venha a ser necessário. Mas, sei que haja o que houver, Mordred conseguirá dar conta.


Após essas palavras, o Mestre virava-se de volta ao seu trono, parecia exausto e pensativo. Coçava muito o queixo.

Imediatamente, recoloco meus fone





ajusto outra música para tocar "You could be mine" e começo a caminhar em direção a casa de Capricornio, afim de comunicar Mordred. Mas pelo cosmo, peço ao mesmo que aguarde minha chegada, pois tenho novas ordens do Mestre.








Restando no Salão do Mestre apenas Cancer e Escorpião.....ao passar pelo Cavaleiro de Cancer, que parecia estar envolto em uma nevoa escura, dou uma rápida encarada no mesmo, como que tentando advinhar o que se passava na mente daquele deturpado. Lançei um olhar tão frio ao mesmo, que pequenos cristais de gelo se formaram por cima de suas ombreiras.
Dei as costas a ambos os dourados e me retirei calmamente do salão, fazendo as vezes meu costumeiro "Air Drums"

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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Malakh em Seg Ago 21, 2017 1:04 am

As suspeitas de Rasmus sobre Igor eram bem fundadas, dado o seu histórico no Santuário. No entanto, ele tinha sido o escolhido para averiguar o estado das coisas na Ilha da Rainha da Morte e não podia mais perder tempo, o Grande Mestre havia confiado em sua fidelidade e disciplina para executar essa tarefa.






Rasmus abriu o mapa que recebera e se dirigiu à localização demonstrada por ele a uma velocidade impressionante, própria de um dos cavaleiros mais velozes do Santuário. Não quis poupar suas energias, precisava contar com o elemento surpresa para não deixar que os Cavaleiros Negros se preparassem para sua chegada, pois havia olhos e ouvidos em todos os lugares do Santuário.



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Byakko de Libra subia as escadas para retornar à sua Casa Zodiacal. Ao passar pela Casa de Gêmeos, decide conversar com seu guardião.



- Mas que situação, hein, Darius? - perguntou Byakko






- Estamos prontos para tudo, meu amigo. Vamos encontrar os culpados e fazer justiça, não se preocupe.






- Também estou confiante de que a situação não é tão grave quanto o Mestre fez parecer. Aliás, o que você sabe sobre os Cavaleiros Negros?



- Sei muito pouco. Dizem que se originaram de renegados desde as eras mitológicas, dos primeiros aos quais foi negado o direito de se tornarem Cavaleiros.







- Para saber mais do que isso, só indo a Star Hill. 



- A biblioteca proibida? Somente o Grande Mestre pode acessá-la!



- Estamos em tempos de guerra, Byakko. Você, como bom estrategista que é, sabe que o conhecimento tem seu preço. Se quiser obtê-lo, terá de pagar para ver.



- Sim, claro... Apenas acredito que a situação não esteja tão desesperadora a ponto de desobedecer uma norma do Santuário...






O Cavaleiro de Libra se despediu e seguiu pensativo até a sua Casa Zodiacal.



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Rasmus chegou à Ilha da Rainha da Morte e logo constatou que de fato o selamento havia sido quebrado. O clima do lugar era infernal, parecia ser inóspito até em seus melhores dias, não conseguia entender como sequer alguém poderia sobreviver lá, muito menos se tornar uma ameaça ao Santuário.



Não demorou muito para receber uma calorosa recepção dos Cavaleiros Negros.



- A sua Ordem está com os dias contados, Cavaleiro de Atena. Vou lhe dar a chance de se ajoelhar e implorar para vir para o nosso lado, poderíamos usar alguém como você. – disse um dos Cavaleiros Negros.






- Vocês que deveriam se ajoelhar perante a minha presença, seus impostores, portadores de armaduras fajutas. Estão diante do Guardião da 5ª Casa do Santuário, Rasmus da Constelação de Leão, honrado Cavaleiro de Ouro da Ordem de Atena! Tenham mais respeito!




Rasmus então utilizou sua velocidade muito superior à dos inimigos para golpeá-los, um a um, com socos, joelhadas e cotoveladas. Sem golpes fatais, apenas para abatê-los, pois ainda acreditava que poderiam ser somente pessoas manipuladas por alguém, por um tirano. Além disto, de nada lhe serviriam mortos.









Após, ele se virou para o Perseu Negro, que parecia ser o líder do grupo, o qual tornou a falar.



- Pense bem, Cavaleiro! Você pode ter tudo o que sempre quis, pode ter um continente só seu, exércitos inteiros ao seu comando, você pode ser um deus! Basta servir e será recompensado! Ele nos prometeu, prometerá a você também!






Assim que Perseu Negro terminou de falar, um feixe de luz saiu do dedo de Rasmus e perfurou a perna do Cavaleiro Negro.






- Ele quem? – questionou o Leonino com fúria nos olhos.






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No Santuário, Byakko de Libra escalava a colina de Star Hill, agarrando pedra por pedra.






- O que eu estou fazendo? Como eu posso ser tão impulsivo? – pensava.







- Se Darius estiver certo, há informações na biblioteca proibida que nos ajudariam a antecipar os próximos passos dos Cavaleiros Negros, demonstrar seus objetivos... Mas ainda assim, parece errado e uma reação exagerada de minha parte.



- Agora é tarde demais, já estou aqui.






Byakko chega ao final da colina e se depara com um cenário horripilante. A biblioteca estava em chamas e quase completamente consumida pelo fogo.






- Não!






Rapidamente ele desceu a colina para avisar o Grande Mestre. Mas na base da colina acabou encontrando o próprio Patriarca junto a um grupo de cavaleiros, inclusive Darius de Gêmeos.



- Mestre!




- Estou muito decepcionado com você, Byakko. Jamais pensaria que você seria um deles e destruiria nossos segredos mais preciosos... Ainda bem que Darius me alertou a tempo, antes de sua fuga.






Byakko ficou abismado e tentou abrir a boca para falar, mas foi logo interrompido por uma técnica secreta do Grande Mestre, que lhe tirou a armadura sagrada e o imobilizou.









- Prendam-no, joguem-o nas masmorras. 






Darius prontamente se voluntariou à tarefa e a executou com um suave sorriso no rosto.






Última edição por Malakh em Ter Ago 22, 2017 1:28 pm, editado 1 vez(es)
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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Aiacos em Seg Ago 21, 2017 5:14 pm

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"O Santuário começa a se movimentar, o drone havia transmitido as imagens no exato instante em que foi abatido. O Grande Mestre finalmente ordenou as primeiras investidas para neutralizar uma nova ameaça: os cavaleiros negros."

"Não se sabia quantos eram ou quais eram seus objetivos."

"Nesse exato momento o cavaleiro de ouro de leão já inicia sua investida contra alguns cavaleiros negros na ilha da Rainha da Morte."

"Enquanto isso, nas ruínas do pequeno vilarejo..."



"Uma silhueta caminhava entre os destroços. A passos lentos e vagarosos, apenas movia sua cabeça lentamente de um lado para o outro, como se procurasse sobreviventes."

"Havia uma camada de névoa cobrindo todo o lugar, dando um aspecto mórbido e fantasmagórico. O silêncio só não era absoluto por conta do som do vento."



- Que lastimável..."A silhueta se revela: era um cavaleiro negro de alta patente. Sua armadura em muito se assemelhava à uma surplice. O brilho negro, puro ébano, escuro como a noite."

"Continuava observando os estragos do vilarejo. De certa maneira, parecia que não se envolvera com o genocídio ocorrido ali dias antes."

- Esses soldados são muito barulhentos...chamaram muita atenção..."Resmungava, demonstrando estar profundamente irritado." Desse jeito não conseguiremos continuar a nossa busca..."Suspira fundo."



- Agora é tarde Ymir, não adianta reclamar..."Ao seu lado surge o cavaleiro negro de Câncer. Caminha um pouco à frente, observando alguns corpos carbonizados."

- Eu já imaginava que o Santuário fosse descobrir...porém estão agindo muito rápido..."Respira fundo olhando de volta para Ymir."



- Olhe...quantas almas perdidas...você consegue escutar seus lamentos? Seus gritos de desespero e de dor? "Estende seu dedo para cima, enquanto a ponta de se dedo começa a brilhar com uma iluminação branco-azulada."



- Não me interessa o sofrimento dessas almas...temos um objetivo para cumprir. Se fizermos tudo adequadamente, seremos recompensados. "Vira-se para o outro lado e começa a caminhar de volta para a parte central da cidade."

- Minha incomodação é com a incompetência daqueles soldados malditos...mas tudo bem, era questão de tempo até mandarem alguns cavaleiros...agora com certeza virão mais...

"Analisa a situação, pensativo."



- Ora...você realmente acredita naquele semi-deus arrogante metido a besta? "O cavaleiro negro observa as almas se movendo em volta de seu dedo, e depois vira sua atenção para Ymir."

- Eu duvido que ele cumpra com a palavra dele. Sempre protestei desde o início...porém na votação, a maioria optou em seguir aquele desgraçado. Tudo para trazer o "papai" dele de volta..."Comenta em tom de escárnio e sarcasmo na última frase."



- Naele!!!! "O aquariano vira-se com um olhar sério e repreensivo." Se você se contenta em viver uma vida miserável e renegada, sendo desprezado por aqueles malditos do Santuário, é problema seu. "Fala em tom firme e rigoroso, encarando o canceriano em seus olhos." Mas eu não aceito isso. Irei me fortalecer e subjugarei todos os cavaleiros de Athena! "Cerra seus punhos firmemente.
"



- Você é muito ingênuo Ymir!!! Os soldados marinas fizeram o maior estrago aqui, e aquele incompetente do Jasão ainda queimou o cosmo intensamente por milisegundos!! "Solta uma pequena gargalhada. "Em seguida vira-se na direção do seu colega."




- Você mesmo estava reclamando que aqueles soldados eram muito barulhentos. "Aponta seu dedo para Ymir." E sabes muito bem que o Santuário já começou a agir. Ou por acaso não sentisse um poderoso cosmo na ilha da Rainha da Morte agora há pouco? "Aumenta seu tom de voz. Os dois cavaleiros negros haviam sentido o cosmo de Rasmus de Leão em ação."




- Nossos subordinados serão eliminados miseravelmente...quem eu irei mandar no meu lugar para fazer as missões? Merda...

- Foi tudo culpa de Jasão!!! Se ele não tivesse queimado seu cosmo, o Santuário não teria desconfiado de nada...e tampouco teria enviado aquelas buchas de canhão... "Faz referência à aquela divisão enviada pelo Santuário."




- Foi aqui que a situação se complicou...nós tivemos que entrar em ação e eliminar aquele grupo enviado pelo Santuário...



- E ontem o Bastian me contou que destruiu um drone de reconhecimento que sobrevoava o vilarejo. "Naele se aproxima de Ymir."




- Isso tudo é culpa de Jasão. Ele chamou muita atenção. E você fica reclamando daqueles soldados marinas, que são apenas um bando de vermes imundos obedecendo aquele semi-deus babaca!! Não valem o ar que respiram!

"Aumenta seu tom de voz para Ymir. O cavaleiro negro de aquário vira-se para Naele, e remove seu elmo, encarando-o seriamente."



- Tá!! E o que você quer que eu faça?? "Visivelmente irritado, questiona seu colega."

-Quer ficar culpando Capricórnio? Jasão precisou atacar aqueles sobreviventes...



- Caso eles escapassem do vilarejo, iriam descobrir toda a verdade por trás do genocídio, e o Santuário já teria mandado um exército atrás de nós...




- Se Jasão não tivesse atacado aquele grupo de mulheres e idosos, todo o mundo iria saber que não eram terroristas de alguma seita religiosa fanática, mas sim, um exército com poderes sobre-humanos.

- Aí sim teríamos sérios problemas. O Santuário teria atacado com tudo no início.




- Aqueles desgraçados além de serem barulhentos, são incompetentes...não foram capaz de matar todo mundo!! Ainda bem que Jasão foi junto supervisionar a investida... "Respira fundo novamente, se acalmando."



- Eu acho que essa discussão é inútil...agora não adianta mais chorar sobre o sangue derramado..."Naele coça seu nariz, enquanto reflete consigo."

- O Santuário já deve saber de tudo...ou ao menos grande parte da situação...devemos agir com cautela...mas com Jasão...acho difícil..."Solta uma gargalhada."




- Não é para tanto, Naele. O Santuário apenas acha que se trata de um pequeno ataque causado por cavaleiros negros. Jamais descobrirão toda a verdade. "Gesticula com sua mão, fechando-a como se estivesse esmagando algo."



- Eu espero que continue assim. Minha preocupação é se descobrirem a história...mas honestamente, que se foda..."Solta uma gargalhada." - Se descobrirem, quero só ver o que vai acontecer...hahahaha..."Se afasta de Ymir, indo embora. Porém para de repente, e vira-se para se colega."

- Agora que me lembrei...houveram sobreviventes daquele grupo enviado pelo Santuário??




- Somente uma amazona de bronze, a saintia de Golfinho, e três cavaleiros de aço...

"Coloca seu elmo de volta, e encara Naele."

- Cinco soldados rasos sobreviveram...porém foram torturados e esquartejados como porcos por aqueles bárbaros num espetáculo medieval...já os três cavaleiros de aço, mandei para a ilha da Rainha da Morte, para serem interrogados.

- Eles serão resgatados pelo cavaleiro de ouro de Leão...hahahaha... "Naele solta uma risada, porém é interrompido por Ymir."

- Não! Ele pode até derrotar os cavaleiros negros de patente mais baixa, porém jamais irá derrotar Namazu, Bastian ou Jasão. "Demonstra confiança em suas palavras."




- E aquela amazona de bronze?? O que aconteceu??  "Naele se questiona."

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"Enquanto isso, em um local não revelado."




- Hahahahaha...até que valeu a pena poupá-la..."Havia um grande grupo de soldados marinas fazendo barulho e festa com bebidas. No meio desse grupo havia algo acontecendo."




- Abre a boca, sua puta...não adianta resistir!!! "O líder dos soldados marina falava em tom arrogante e machista."




"O soldado marina força seu pênis contra o rosto da jovem amazona de Golfinho, agora prisioneira. Estava bem fraca e debilitada devido às lutas contra os cavaleiros negros."




"Um estupro coletivo estava acontecendo. O líder dos soldados marina com sucesso força seu falo para dentro da boca da amazona de bronze."



- Vamos vadia...não tenho o dia todo...chupe com força...sua vida depende desse boquete..."Exclama um dos soldados marinas, aparentemente o líder."






"Sem pudor, o soldado ejacula sobre a amazona de golfinho, enquanto esta chorava desesperadamente."

------------------------------------------------------------

"De volta para o vilarejo."



- Pff...são mesmo uma cambada de bárbaros primitivos..."O cavaleiro de câncer negro se afasta de Ymir." Se o Namazu não tivesse acabado com ela, aquela loira matava todos esses soldados marinas...

"Em seguida, já afastado de Aquário negro, olha de relance para este."


- Agora com licença...eu irei retornar para a minha tumba...




"O corpo de Naele começa a apodrecer rapidamente, e no lugar de seu rosto, surge uma caveira maligna. O cavaleiro negro desaparece desintegrando-se enquanto se mistura com a névoa."




- Agora só resta esperar até chegarem os próximos cavaleiros do Santuário...tenho certeza que estão planejando uma investida fulminante. "Reflete consigo em monólogo."



- Os cavaleiros de Athena não são um inimigo qualquer...é preciso muito cuidado...




- Nosso fardo é pesado...mas iremos triunfar.

"Ymir se retira do local, deixando os escombros e os corpos carbonizados para trás."

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Última edição por Aiacos em Seg Ago 21, 2017 7:01 pm, editado 4 vez(es)
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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Hunter em Seg Ago 21, 2017 5:36 pm

-A alguns anos nos arredores do Santuario-

Um grupo de aspirantes a cavaleiro se reuniam.Entre ele estavam Igor e Bastian que liderava o debate.


 -Nossas suspeitas se confirmaram,bem como fomos alertados por aquela certa pessoa!



 -Mas Bastian,como chegou a essa conclusão? "Diz outro aspirante incredulo"


 -Alem do fato de que a centenas de anos ninguem pôde confirmar a presença  da Deusa Atena no Santurio,eu confirmei o
futuro na sagrada armadura de Taça...  "Enquanto falava seu rosto escurecia e formava uma expressão pavorosa"

 -Oque você viu de tão terrivel?




 -Eu vi o Santuario..o santuario todo em destroços..E em meio aos destroços a unica coisa que destoava era um vulto
dourado,que emanava pura maldade...


 -Então quer dizer que...


 -Sim,o Santuario esta corrompido..Os próprios cavaleiros que juraram o proteger,planejam sua ruína!



 O clima de tensão envolve a todos e a cena vai ficando embaçada,aquilo que seria uma lembrança de Igor da lugar ao 
presente momento,o jovem chegava a Ilha da rainha da Morte.



localizada no pacífico sul. O ambiente é hostil e quente. Há um vulcão na ilha. A terra é ruim para cultivo, a vegetação é
escassa. A ilha é conhecida como "O inferno na Terra". É um lugar ruim de se viver, onde há muito sofrimento.Igor 
caminhava pensativo até que para por um momento,percebe que esta sendo observado.


 -Pretendem se esonder por quanto tempo?



 -Como sempre muito sagaz Igor "Falava com uma gelida voz"


Quatro vultos saem das sombras que se formavam proximo aos rochedos que ali existiam,eram Cavaleiros negros,trajando as armaduras negras de Pegaso,Dragão,Cisne e Andromeda respectivamente.



 -Veio se juntar a nós velho companheiro? "Diz Cisne negro,que aparentemente era lider do bando"

 -Que pergunta mais tola,como vocês devem imaginar,minha lealdade pertence ao santuario!


 -Dessa forma,tenho que informar que se ultrapassar desse ponto,sera considerado um invasor e sera tratado como tal,não 
teremos piedade.



 -Dê Meia volta e fuja,como o covarde que sempre foi.. "O Dragão negro toma a frente"

Por um momento todos se encaravam completamente imoveis,parecia um duelo do velho Oeste.Apesar de transparecer 
confiança,os cavaleiros negros estavam receosos,pois conheciam melhor que nínguem a superioridade de Igor.Menos o Dragão negro que tomou a frente do combate.


 -Por acaso ficou paralisado de medo?


 -Recue Dragão negro,de preferencia não gostaria de machuca-los..



 -Ousa me desafiar inseto? mostrarei do que sou capaz...




 -COLERA DO DRAGÃO NEGRO!


O golpe antige Igor que se manteve imovel e não fez esforço para desviar,jogando o cavaleiro contra uma parede montanhosa.


 -Essa é a extensão do seu poder? "Igor se levanta sem dificuldades,sem nenhum arranhã aparente,apesar da forte pancada.O 
unico dano recebido foi na alça da sua urna que se soltou de seu corpo.."

 -Mostrarei o abismo de poder que existe entre eu e vocês


A feição do cavaleiro se altera de um tom calmo e comedido para um sorriso entusiasmado beirando o sadismo.Seu cosmo
emanava o corpo que foi logo tomado pela armadura Sagrada de Fênix.


 -HAHAHAHA...Alguem como você um cavaleiro de bronze? Que decadencia..



 -Não pegarei leve!!! 



Última edição por Hunter em Ter Ago 22, 2017 12:12 pm, editado 1 vez(es)
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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Hiramaru em Seg Ago 21, 2017 6:21 pm

Não perdi muito tempo depois de receber a permissão do grande mestre, desci as casas zodiacais o mais rápido que podia, e depois partir para a França.



Eu notei pela expressão do mestre que ele percebeu minha inquietude e irá, eu geralmente não sou assim, o meu trabalho é sujo, eu sou o assassino do santuário, já matei centenas de pessoas sem nenhum sentimento, sempre cumpro meu trabalho é assim adquirir a confiança do mestre e de meus companheiros.



Mas dessa vez eu perdi minha calma, a morte para mim não e nada mas aqueles jovens Fritz e Karen não sabem o que é isso  e se tornaram cavaleiros por minha causa, eu os treinei duro como nunca tinha feito, e com o passar do tempo os considerei como parte de minha família.



Fritz é um jovem cabeça de vento que treina principalmente o corpo, já sua irmã mais nova Karen e uma excelente lutadora e controla muito bem seu cosmo.



 Os encontrei quase mortos de fome em uma cidade a muito tempo quando estava no meio de uma missão para matar um terrorista árabe na Alemanha. Desde então eles vivem comigo e treinam para um dia serem bravos cavaleiros.




Mas quem diria que em sua primeira missão algo como isso aconteceria?



Eu não posso aceitar isso, meu coração se enche de ódio e irá como nunca senti antes, nunca tive família, esposa ou filhos, eles são o mais próximo de família para mim.





Sinto que alguém esta me seguindo, pelo cosmo é alguém familiar, mas não tenho tempo para conversar com ele, tenho que ser rápido!!
Enquanto me perco em pensamentos chego ao vilarejo onde Fritz e Karen vieram fazer sua primeira missão. 



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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Malakh em Ter Ago 22, 2017 5:06 pm

- Vamos! Diga logo quem é ele! Sabe que não irei parar enquanto você não revelar tudo! - Rasmus atirava outro raio de luz pelo seu dedo, que perfurava mais uma vez a perna de Perseu Negro.





- É... Ele... não é como a gente!





- Como assim? Em que sentido? - Rasmus preparava um novo feixe de luz, o que deixava seu inimigo com uma expressão de terror na face.





- Ele é um semideus!


- Então ele é filho de uma divindade? Quem é esse deus?


Antes que Perseu Negro pudesse responder, seu peito é atravessado com um braço.


- Você fala demais, amigo. Acabei de me aborrecer... - a voz vinha de uma silhueta que trajava uma armadura negra como o ébano.





- Maldito... Mas era você mesmo que eu queria encontrar, Bastian! Vamos acabar logo com isso!





- Acabar? Isto é apenas o começo! Um novo mundo está por vir e eu irei testemunhá-lo. Você, por outro lado, não terá a mesma oportunidade, meu caro, Rasmus!





- Não tens orgulho próprio? Apareces diante de mim portanto essa réplica de armadura, esse... lixo. E ainda por cima vem falar lorotas?


- Sou muito orgulhoso sim e finalmente encontrei alguém que reconhece o meu talento, minhas habilidades, bem como me deu a oportunidade de explorá-las ao máximo! A rejeição que recebi do Santuário sempre me atormentou, mas hoje sou grato por isso e vejo como a Ordem de Atena é o mal que impede a transformação radical pela qual a humanidade deve passar para atingir sua apoteose!


- Estás louco... Anos de ostracismo e solidão geraram essa insanidade. Vou acabar com seu sofrimento. - disse Rasmus enquanto começava a arder seu cosmo.





CÁPSULA DO PODER! - O ombro do Leonino brilhou por um instante e Bastian mal conseguiu entender, mas um intensa descarga de energia saiu rapidamente do punho do Cavaleiro de Ouro.



Bastian se desviou do golpe com um veloz salto e assim que pisou novamente no chão, uma nova descarga saiu do punho de Rasmus. E após esta, outra e mais outra, com a velocidade cada vez aumentando mais, para desespero do Áries Negro.





- Maldição! Nesse ritmo é questão de tempo até ele me acertar. - disse enquanto desviava mais uma vez.





- Chega! - Bastian usou sua telecinese para arremessar para longe Rasmus.






- Ah, é verdade. Havia me esquecido que você é um lemuriano e portanto tem altas capacidades telecinéticas... Mas não vai se repetir.


Rasmus esticou seu braço para o alto, levantou seu dedo indicador e dele saiu um brilho intenso. Tão intenso que momentaneamente cegou Bastian.





- Que diabos é isso? - reclamava ele.





Quando Bastian conseguiu enxergar novamente, já era muito tarde, Rasmus já estava logo à sua frente aplicando-lhe um forte soco contra a face.


- Eu não quero te matar, então renda-se e o levarei ao Santuário. Prometo um julgamento justo e testemunharei ao seu favor.


- Cale a boca... E morra! - Bastian se reerguia.





REVOLUÇÃO ESTELAR! - O céu ficava enegrecido enquanto Bastian lançava sua técnica especial.





RELÂMPAGO DE PLASMA! - Rasmus decidiu contra-atacar.





A técnica do Leonino anulou completamente a do Cavaleiro Negro, repelindo seus projéteis e iluminando todo o céu negro que se formava, por um momento o brilho do cosmo de Rasmus era impossível de olhar diretamente, atordoando Bastian.


Última edição por Malakh em Qua Ago 23, 2017 1:36 pm, editado 1 vez(es)
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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Hypnos em Ter Ago 22, 2017 10:36 pm

Enquanto saia do Salão do Mestre, tentei sem sucesso me comunicar com Mordred através do cosmo, mas ele ignorou....

- Droga Mordred....ponha a cabeça no lugar....não deixe que sentimentos pessoais interfiram em suas decisões.... {Abaixava a cabeça preocupado}


Continuando minha descida, pego meu Smartphone, alterno entre o player de música e envio uma mensagem para Mordred, esperando que o mesmo leia pelo menos...

 - Pronto! Agora vou seguir para lá o mais rápido que puder {E queimando o cosmo dourado, me dirijo para lá, em um forte clarão de luz cortando os céus}

Após alguns segundos de viagens, afinal, viajava na velocidade da luz; Chego ao inóspito vilarejo da França; Havia um cheiro simplesmente horroso tomando conta do lugar. Amarro um lencinho de seda branco que sempre tinha comigo, em volta do nariz e boca, formando aquelas "mascáras de velho oeste" procurando amenizar o odor putrido do lugar.

Sem perder tempo, me ocultava no cume de algumas árvores que jaziam em volta do lugar, onde passava de uma para a outra, acompanhando Mordred que caminhava em silêncio, de punhos e semblantes cerrados. Ele olhava para os lados, como se buscasse algo...revirava pilhas de corpos com o cosmo...




- O que diabos ele está fazendo??  {Pensava} Mas me parece que está procurando alguma coisa....alguém....não entendo.

Mordred rapidamente virou sua cabeça para trás e soltou um sorrisinho de canto de boca, e pude perceber, que ele sabia que eu estava ali, pronto para dar cobertura a ele, se necessário. Mais que acima de tudo, não inteferiria levianamente no combate.




Passado algum tempo, estava meio entediado de obsevar o Capricornio revirar pilhas de corpos, me recostei em um tronco que havia no cume de uma arvore, sua vegetação era exaredamente densa, logo eu ficaria completamente fora do alcance dos olhos de qualquer um, busquei ocultar meu cosmo ao mesmo tempo. Puxei meu Smartphone e fui fazendo uma seleção de músicas, enquanto  matava o tempo.



Parece que se passaram umas 2, 3h desde que chegamos, estava a ponto de tirar um cochilo, quando senti um cosmo estranho. Não era um cosmo qualquer...não! Era um cosmo característico de um cavaleiro que usa técnicas de gelo.




Me levantei e olhei ao redor determinando a localização daquele cosmo e rapidamente me dirigi até lá, tinha minhas suspeitas de quem era, e tamanha era minha afobação que esqueci do Mordred, que ainda revirava pilhas de corpos incansavelmente.

Alguns metros adiante, Demetrio chegava a uma clareira, onde avistava duas figuras sinistras, usando o que pareciam ser armaduras, mas eram negras como a noite...sem precisar usar o Google, Demetrio deduz que se tratam de Surplices...e que aqueles eram os Cavaleiros Negros.

Ymir e Jasão conversavam afastado do local, provavelmente estavam montando uma emboscada; Mas ambos os Cavaleiros haviam se reagrupado ali, e aguardavam maiores instruções de seus superiores. Jasão segurava o elmo entre seu braço direito e ria muito, apontava bastante para os lados e caia na gargalhada;




- Hunf....então encontrei os malditos insetos que fizeram essa barbarie....ok....acho que é hora de me aquecer ou será esfriar um pouco? {ria consigo mesmo}



- Estava entediado mesmo, aquele Mordred não para de revirar cadaveres...sei la o que aquele doido está fazendo ou querendo...vai ver tem uma tara? Será que ele é Necrofilo? {Pensando consigo, com a uma das mãos apoiada em seu queixo}


Demetrio elevava o cosmo e começava a produzir neve naqueles arredores, que caiam intermitentemente, chamando a atenção dos Cavaleiros negros. Pois além da neve que caia copiosamente, a temperatura começara a baixa bruscamente.




- Se eles vermes estão tentando montar uma armadilha....então acho que vou "cair" na armadilha hehehe, sinistro!!



- Ymir...errr por acaso é você quem está fazendo isso?? {Jasão pergunta após se deparar com aquela estranha neve, que se aglomerava em sua surplice, contrastando com o tom dela}



- N-não...n-não sou e-eu....sinto um cosmo poderoso, exageradamente tranquilo....fique atento Jasão, receio que não estejamos mais a sós.


Demetrio puxa novamente seu celular, e colocava uma playlist para tocar, colocando o volume no máximo; E sua música dava para ouvir de longe.




- Então...são vocês os vermes insolentes que fizeram esse massacre? Interessante! Me recordo de vocês dois, deixe-me ver....


Ymir e Jasão entreolhavam-se e encaravam a silhueta que caminhava em direção deles , a escuridão juntamente da neblina tomava conta e não dava para ver o rosto, mas sabiam que era um Cavaleiro de Athena.



- O Magricela alto é Ymir...a quem esta armadura sagrada estava originalmente destinada, mas por possuir desejos egoístas e uma busca implacável por poder, tanto a armadura quanto o Mestre o rejeitaram. E aquele ali com cara de Jack Torrance, me parece ser Jasão. Caras....esse doido foi expulso do santuário anos atrás, eu lembro dessa parada!!

O Mestre o expulsou porque ele matou mais de 2.000 soldados e 10 pretendentes a armadura de Capricornio na maior tranquilidade, sem remorsos...tu é sinistro maluco!!




- Grrr....maldito....apresente-se logo.... você é um insolente por ter vindo até aqui sozinho....mas vou colocar seu nome na tua lapide...grrrr {espumando pela boca de raiva}



- Ymir, controle-se...fique frio! Voce nem parece aquele cavaleiro distinto. Esse cara deve ser um louco... {Jasão falava ao companheiro, mas no fundo, desejava mais era ver o circo pegar fogo e assistir de camarote}



- Não tenho a menor obrigação de lhe dizer meu nome, mas se eu não o fizer, você irá para o túmulo sem saber quem acabou com a sua miserável vida. Está bem....meu nome é Demetrio, sou o Cavaleiro pica da galáxias de Aquário e nas horas vagas sou baterista de uma banda de rock; A propósito posso dar um autográfo e tirar selfies antes de te dar uma surra, pelo menos sairá bem nas fotos.

O Cavaleiro de Aquário falava da maneira mais tranquila e fria de todas, como se tudo aquilo não representasse absolutamente nada para ele. Você algo rotineiro, ele não tinha medo ou receio. No fundo desejava testar seus poderes, limites e capacidades.



- Demetrio? Igualmente ouvi rumores de você, até na internet lembro de ter visto fã pages suas! Então você é o pirralho metido que me tomou a sagrada armadura? Pois vou mata-lo aqui e pegar para mim a armadura.



Hahahahahahahahahahahahahahahaha {Uma profunda gargalhada ressoa por todo o local}
- Ora, ora...pois vou querer ver {Piscava o olho para Ymir sarcasticamente, o provocando}



- Não sou tão novinho assim, claro que....nada comparado a uns velhotes decrepitos como vocês dois, aliás, o tiozinho ali é tão velhinho tadinho.....são cabelos brancos aquilos? {se referindo ao Jasão}



- Como é que é seu pivete?? Você ainda cheira a leite...mal trocou as fraldas e já se acha um Cavaleiro? Mais que isso, um Cavaleiro capaz de nos derrotar?? {Jasão explodia de raiva, vociferando violentamente enquanto cuspia muita saliva}




- Fique frio Jasão, deixa isso comigo, não se intrometa! Essa será uma luta entre Cavaleiros do Gelo, e ninguém tem o direito de intervir, você me entendeu?? {estendendo o braço na frente de Jasão, o impedindo de prosseguir seu caminho até Demetrio, enquanto o encarava, esperando que o mesmo compreendesse}




- Está bem...faça como quiser; Mas não demore muito. É só um maldito leite com pera, regado a ovomaltine e nutella. {respondia em tom de deboche, enquanto segurava uma risada}

- Que interessante, e então já terminaram de discutir a relação? Pois saiba de uma coisa, não pretendo pegar leve com você,

mesmo sendo um ancião, ouviu Ymir??






Demetrio assumia postura de combate, enquanto Ymir se posicionava fazendo o mesmo. Ambos queimavam seus cosmos de gelo, e isso causava efeitos climáticos violentos, a temperatura ja ultrapassava muitos níveis abaixo de zero, uma forte neblina tomava conta, além da neve que agora ia tomando proporções maiores na região. E isso chamou a atenção de Mordred.



[img]http://www.pharaonwebsite.com/users/niiii-link/fanarts/persos/[Niiii_link]-Camus-Spectre-Buste.jpg?ts=1416697200[/img]


Última edição por Hypnos em Qui Ago 24, 2017 12:40 am, editado 2 vez(es)

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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Pujol em Qua Ago 23, 2017 12:49 am





Casa de peixes, última casa do zodíaco, penúltimo obstáculo para alcançar o salão do Grande Mestre, nesta casa sempre residiu o cavaleiro mais belo do exército de Athena, nesta era não era diferente.
 
Gael, o cavaleiro de peixes, era conhecido apenas por algumas de suas características pessoais, ele era um sonhador, espontâneo, era compassivo com quem este julgava merecer, calmo, estrategista e acima de tudo, colocava seus afazeres (Vulgo emprego como cavaleiro de ouro de peixes) acima de todas as trivialidades.


 
O aroma de rosas da casa de peixes empesteava os arredores da casa, uma tática do cavaleiro para garantir que qualquer um a entrar em seu território já estaria sob efeito alucinógeno do veneno das plantas, o cavaleiro utilizava um subtipo de rosa que apenas causava alucinações para este fim, deixando as letais a espera de seu comando.



O jardim da casa era uma das visões mais bela desta terra abençoada por Athena, o cavaleiro sempre cuidava das mesmas e realizava suas tarefas próximo das mesmas, garantindo a eficácia e principalmente a não liberação do veneno letal das rosas vermelhas principais, algo que seria considerado desastroso.
 
No momento Gael apenas pensava sobre o novo atentado.



Após tantos anos, algum movimento contra o santuário. Pensava sobre a situação, bocejando.



Este emprego está monótono demais, mas minhas ordens são guardar está casa e impedir o avanço de qualquer inimigo por ela, então ficarei aqui, caso está situação se torne interessante talvez eu ganhe novas ordens. Pensava enquanto vislumbrava em sua mente uma possível missão.
 
Gael se aproximava de seu jardim, colhendo uma rosa branca em meio a seu roseiral, e a cheirando.





Pois bem, todos os envolvidos fizeram suas jogadas, irei aguardar e acompanhar está partida. Falava se sentando ao chão e pegando o livro que estava lendo a pouco para dar continuidade.


Última edição por Pujol em Qua Ago 23, 2017 11:06 am, editado 1 vez(es)
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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Malakh em Qua Ago 23, 2017 1:44 am

No Jardim das Árvores Sala-Gêmeas, ao lado da Casa Zodiacal de Virgem, dois indivíduos encontravam-se sentados lado-a-lado e ambos aparentavam meditar







"Vejamos como os Cavaleiros estão reagindo à notícia da traição de Byakko." - pensou Darius.


O Cavaleiro de Gêmeos usava sua telecinese para locomover sua armadura pelo pátio e pelos alojamentos do Santuário.







"Se eu precisar intervir em alguma situação, o Cavaleiro de Virgem me servirá como álibi para me eximir de qualquer responsabilidade."

Naquela noite muito gritos e barulhos estridentes puderam ser ouvidos, uma comoção intensa tomava conta dos locais mais concentrados pela presença de cavaleiros.





Enquanto vigiava a distância os arredores do Santuário, Darius de Gêmeos refletia sobre o que testemunhava:


"Eles estão paranoicos, a notícia do levante dos Cavaleiros Negros e da possibilidade de infiltrados dentro do Santuário finalmente chegou aos ouvidos da ralé. Desconfiam uns dos outros, acusam uns aos outros. Qualquer comportamento estranho é concebido como a revelação de um potencial traidor."





"Nesta noite, dois cavaleiros foram brutalmente assassinados por seus companheiros que acreditavam veementemente que tratavam-se também de espiões ou traidores. Seus assassinos foram presos e outros tantos igualmente o foram por outras confusões causadas."


"O caos está instaurado no Santuário. O Grande Mestre está completamente perdido, não sabe em quem confiar e tem recorrido a mim para conselhos."



"E eu fico feliz em poder ajudá-lo nesse momento turbulento... HIHIHIHEHEHEHAHAHAHAHAHAH"



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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Hiramaru em Qua Ago 23, 2017 5:09 pm

Após revirar uma grande quantidade de corpos finalmente encontrei o que eu "não esperava" encontrar. Depois de 3 horas de procura incessante, revirando uma montanha de corpos e me sujando de sangue e vísceras finalmente encontrei um dos dois. O irmão mais velho Fritz, ele esta em um estado deplorável, seu rosto inchado e com diversos ossos quebrados, uma morte lamentável. Vendo Fritz em tal estado começo a perder a esperança que Karen esteja viva e entro em desespero. 

-Fritz...


-Fritz!!!!!!   Imperdoável, malditos. Imperdoável. HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Me ajoelho em meio aos destroços e chamas do vilarejo e amaldiçoou os infelizes que fizeram isso, também amaldiçoou Athena e todos os deuses. 

-Athena onde você estava quando essas crianças estavam sofrendo tal sofrimento, porque pessoas fracas teem que morrer por você? 

Pego o corpo de Fritz em meu braços


-Você não deveria deixa-los morrer dessa maneira!!!! 




-Porque eles tiveram que ter tal destino?? sniff Coloco o corpo de Fritz no chão e fico olhando para seu rosto quase irreconhecível


-Espera... o que eu estou dizendo??? Não, não, não, Athena não tem nada haver com isso. Percebendo a heresia em minhas palavras anteriores me arrependo. 


-Se tenho que culpar alguém esse seria eu por não ter-los treinado adequadamente. Me levanto do chão e coloco o corpo de Fritz escorado em algumas rochas. 

-E também esses cavaleiros negros... Começo a me distanciar do corpo de Fritz, limpo as lagrimas dos olhos e coloco minha armadura que anteriormente tinha retirado para revirar os corpos. 


Enquanto colocava minha armadura, ouço uma explosão de cosmo, segundos depois um grande turbilhão de vento frio chega ao local onde estou, apagando todo o fogo e sacudindo meus cabelos. O clima começa a mudar e se torna mais violento, a temperatura abaixa a níveis abaixo de zero, uma forte neblina toma conta do local e neve começa cair em toda a região.


-Vocês vão pagar por isso. 

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Re: A insurreição de Poseidon.

Mensagem por Aiacos em Qua Ago 23, 2017 6:54 pm


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"Era noite de lua cheia.
Estava bem frio.
Porém não nevava, era aquele clima aconchegante onde casais apaixonados namoravam ao ar livre."


"Uma silhueta apreciava a paisagem noturna de uma grande cidade. Estava no alto de um prédio, contemplando a vista."




- Tão pacífico...e ao mesmo tempo...tão agitado...


"A silhueta se revela como um homem bonito, vestindo um sobretudo, ocultando boa parte de seu corpo."




- Vocês chegaram, rapazes.

"Sem se virar, o homem apenas comenta calmamente, sem tirar seus olhos da vista da cidade."

"Ato contínuo, ele vira levemente a cabeça para o lado, na altura do ombro, e com sua visão periférica, avista um grupo de cavaleiros negros."



- Desculpe o atraso, mas estamos aqui. Prontos e às ordens.

"O líder daquele grupo de cavaleiros de prata negro se apresenta, dando alguns passos para frente. Eram quatro ao todo."



- Excelente..."O belo homem movimenta seus braços, retirando uma capa negra que cai no chão, e em seguida acaba arrancando o sobretudo em pedaços, enquanto sua armadura negra se revela por baixo."



- Temos um objetivo muito importante, e o tempo urge.

"O cavaleiro negro de peixes se aproxima do grupo, a passos vagarosos."

- Nesse exato momento, a segunda divisão está sob ataques na ilha da Rainha da Morte.

"Para de caminhar, ficando à um metro de distância do recém-chegado grupo."

- Vocês irão acompanhar os soldados marinas, o ataque está previsto para começar às 1:00 da madrugada, em ponto.




- Senhor Namazu, apenas uma pergunta. Cadê a primeira divisão de cavaleiros negros? Não irão ajudar nossos amigos em apuros?

"Questiona-o para o seu líder, com um olhar visível de raiva e ódio. Nutria uma enorme vontade de ir atrás dos invasores da ilha da Rainha da Morte."




- Não há necessidades, Bastian de Áries está lá, e irá lidar com os invasores. A primeira divisão no momento aguarda ordens para atacar outra cidade.

"Em seguida, estala os dedos, gesticulando."

- Foco, senhores. Vamos nos ater ao nosso objetivo. Iremos pela primeira vez destruir uma cidade de grandes proporções. Camaradas, lhes apresento Caen!

"Gesticula novamente estendendo seu braço."




"Os cavaleiros negros se aproximam da beirada do prédio aonde estavam, observando a cidade."



- Isso aqui parece uma cidade medieval...que deprimente...

"Hércules negro fecha sua mão pressionando-a com força."

- Irei esmagá-los!!!

- Se contenha, meu caro. Aqui, pegue isso. "Namazu estende sua mão, entregando um pequeno mapa para um dos cavaleiros negros."




- Nesse ponto assinalado está localizado o grupo de soldados marinas que irão atacar a cidade dentro de duas horas.

"Em seguida aponta o dedo sobre o sinal assinalado no mapa."

- Vão e se reúnam com eles.

"Em seguida se afasta do grupo, pegando a capa negra que havia deixado no chão, colocando-a novamente."




- Isso vai ser divertido, mal espero começar o ataque. Estamos nos retirando. "O líder deles faz uma saudação ao cavaleiro negro de peixes, e em seguida todos os cavaleiros negros se retiram do local."



- Pff...esses idiotas são tão primitivos..."Observa os cavaleiros negros saltando de edifício em edifício, até sumirem de vista, sob o extenso luar."




- Ainda não encontramos ele...e esta já é a quarta cidade que iremos atacar. Droga...até quando teremos que continuar com isso?

"Solta um suspiro fundo, enquanto encosta na parede, voltando a observar a cidade à noite."

"Namazu para por um instante, refletindo. Nas duas primeiras cidades, os ataques foram isolados e controlados, pois eram locais ermos. Porém, quando atacaram uma cidade maior, a notícia rapidamente se alastrou."

"Agora, atacando uma cidade maior ainda, a crise iria atingir novos patamares."

"O que será que os cavaleiros negros estão procurando?"

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"Enquanto os cavaleiros negros se preparam para atacar a cidade de Caen, havia outra movimentação brusca em um local bem distante do mundo humano."



"Diversos gritos eram escutados bem de longe. Eram gritos de horror, pânico e desespero."

"E ao mesmo tempo, alguns fortes estrondos se seguiam."



"Diversos soldados marinas são arremessados com muita violência para todos os lados."



"Sangue jorrava para os quatro cantos. Destroços das armaduras e dos corpos se espalhavam."




- Saia da frente...

"Surge o general marina de cavalo marinho, arremessando e destroçando impiedosamente os seus lacaios de baixa patente."

"Os corpos se espalhavam por todo o local em pedaços."




- É magnífico...olhem rapazes...olhem...olhem como eles voam...os seus corpos frágeis não aguentam a pressão...são praticamente destroçados..."Gaius de Cavalo Marinho surge diante da multidão de soldados marinas, que dão vários passos para trás, todos apavorados."




"Karen de Golfinho observa o general marina psicopata se aproximando a passos vagarosos. Ainda chorava desesperadamente, totalmente ferida e sozinha."




- Então essa é a vadia que andou divertindo os rapazes por aqui..."Gaius encara a jovem amazona de bronze com um olhar sádico. Em seguida aponta seu dedo para um grupo de soldados."

- Vocês...movam!! Limpem-na imediatamente, e tratem seus ferimentos. Quero ela apresentável, entendeu?

"Ato contínuo, gesticula com uma mão, e estala o dedo em seguida, fazendo a pressão atmosférica agir sobre dois soldados marinas que estavam mais próximos, cujas cabeças explodem em um espetáculo sanguinolento."




"O que vai ser de mim?? Athena? Senhor Mordred? Alguém?? Socorro!!!"


"Karen começa a ficar apavorada ao ver o general marina que se divertia matando vários soldados enquanto ria alucinadamente."

"Um soldado marina agarra Karen pelo cabelo e arrasta ela até chegar em um local fechado. A amazona grita de dor e pânico no trajeto. Gaius apenas observa com um sorriso no rosto."

- Não demorem...senão todo mundo vai morrer...não consigo ficar muito tempo parado! "Diz o general enquanto lança mais um soldado marina no ar, dilacerando seu corpo em dois. E assim continua a matá-los um por um. Embora tentassem fugir, era tudo em vão. Gaius atraia-os de volta pelo ar, através do cosmo, usando fortes ventanias."




"Gaius então novamente utiliza a pressão atmosférica e mata mais um soldado marina, arremessando-o para o alto, enquanto seu corpo explode em milhares de pedaços."

"Dez minutos se passaram, e mais vinte soldados estavam mortos. Seus corpos estavam espalhados por todo o local. Gaius matava dois por minutos, praticamente. Mas aquele era um dia bem calmo para ele, beeeem calmo."




"Karen aparece diante do general marina, toda maltrapilha, com faixas e curativos feitos às pressas, todos malfeitos, e estavam ensanguentados. O aspecto da amazona era deplorável."




"A amazona de Golfinho olhava para o general marina apreensiva. Estava receosa com o que ia acontecer."

- O...o qu-que você quer co...comigo?

"Tenta conversar formalmente, porém estava tão ferida que mal conseguia falar. Estar de pé por si só era um milagre. As cenas de estupro começam a permear sua mente, deixando-a desesperada."




- Apenas fazer algumas perguntas...

"O general marina estreita seus olhos encarando a amazona com um olhar fulminante e amedrontador."

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"Nesse mesmo momento, em outro local."




"Santuário de Athena, na Grécia."

"Dois cavaleiros de ouro trocavam um diálogo. O que seria?"



- Então é isso...você entendeu agora?

"Um deles se revela: é Yama, o cavaleiro de ouro de Câncer."




- Faz sentido, não havia pensado por esse lado.

"O outro era o cavaleiro de ouro de Escorpião, que apenas escutava atentamente seu amigo."

- Devemos informar logo o Grande Mestre.




- Tenha calma, meu caro...antes preciso descobrir mais informações.

"Yama massageia seu punho, enquanto conversa."




- Mas você afirma que suas informações são precisas...porque continuar investigando??

"Se aproxima de Câncer, indagando-o."

- Por acaso você estaria mentindo ou ocultando algo?

"Começa a criar uma intriga, ainda mais pelo momento de tensão que pairava sobre o Santuário."




- Porque as almas daqueles que morreram não conseguem repassar as informações precisamente...elas estão cheias de dores e lamentações...é como observar um ponto fixo através de uma densa névoa...

"Yama novamente estende seu braço invocando mais almas."

- Agora sei que esses cavaleiros negros já atacaram três cidades em um curto período de tempo...todos na mesma região: o norte da França.

"Em seguida se aproxima do cavaleiro de escorpião."




- É questão de tempo...um próximo ataque é iminente!!

"Exclama em bom tom, com um olhar psicótico."

- Por isso enviei dois cavaleiros de bronze para aquela região.Eles serão apenas iscas para pegar o peixe.

- Que cavaleiros de bronze? Porque mandou eles??

"O cavaleiro de escorpião questiona, incrédulo."

- Lobo e Hidra. Enviei ambos apenas para investigar, e aguardarem o próximo ataque, assim interceptarão os cavaleiros negros. E quando isso acontecer, eu irei intervir.




- Você é louco! Mandou dois jovens cavaleiros para à morte. Quem garante que eles irão sair vivos, ou se você chegará à tempo??

"Exclama em bom tom, condenando a atitude de Yama."

- Diga me!! Do que adiantará mais dois mortos??




- Isso é o de menos...pouco me importa se eles sairão vivos ou não...o que me interessa é o alvo final.

"Solta uma risada, enquanto os espíritos continuam a se espalhar pelo local."




- E por favor...poupe-me de sua hipocrisia...qual é a diferença disso para aquele grupo que o Grande Mestre enviou para o vilarejo destruído?

"Questiona diretamente para o cavaleiro de escorpião. Este suspira fundo, e vira-se de costas para Yama."




- Pft...esse plano é muito patético...as chances de falhar e eles saírem mortos é muito grande...


"Vira sua cabeça de relance e comenta com um olhar de ironia em seus olhos."




- Não tem como falhar...os dois cavaleiros de bronze serão atacados de qualquer maneira...o que me interessa é interceptar os atacantes. Foda-se a vida desses moleques.

"Solta uma risada cínica."

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Última edição por Aiacos em Qui Ago 24, 2017 12:06 am, editado 1 vez(es)

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