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Seu Deus Está Morto! - As Desventuras entre o Cavaleiro da Morte e o Juiz do Inferno

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Seu Deus Está Morto! - As Desventuras entre o Cavaleiro da Morte e o Juiz do Inferno

Mensagem por Malakh em Ter Dez 11, 2018 1:53 am

Em um futuro não tão distante...
 
Século XXII
 
A última Guerra Santa havia acabado mal para os dois lados. Atena e Hades se confrontaram no Meikai e, numa medida desesperada, a deusa da justiça expandiu infinitamente seu cosmo para conter o poder de Hades.



O choque entre tais forças imensuráveis aniquilou ambos, bem como destruiu completamente o Reino de Hades.

 
...
 
Atualmente – Yomotsu Hirasaka



Uma silhueta negra se encontra sentada na borda de um cânion na entrada do mundo dos mortos. Parecia observar almas à beira da morte caindo para um abismo agora realmente sem fim, seus destinos eram incertos depois da destruição do Meikai.



- Aiacos de Garuda... – diz uma voz de alguém que se aproxima daquela silhueta.
 
- Eu? Eu não sou ninguém. Eu nem existo. Você também não, Cavaleiro de Ouro de Câncer. – responde Aiacos sem desviar o seu olhar do abismo que encarava.



- Aí é que você se engana. Com a ausência dos deuses agora mesmo é que existimos. Não somos mais soldados, meras ferramentas a serviço da vontade divina. – responde Malakh.



- Os deuses estão mortos. Podemos ser quem quisermos.
 
Apesar de ouvir atentamente, Aiacos permanece imóvel.
 
- Eles estão mortos, mas devem ser substituídos. – continua Malakh - Veja esse abismo, por exemplo. Os que beiram a morte aqui caem, mas sem o Reino de Hades não há mais morte definitiva.



- Com isso, o caos se aproxima. O Inferno abrigava almas poderosas dos piores guerreiros da história. Almas antigas com grande domínio cósmico se libertaram e são fortes o bastante para possuir os vivos. São os Eidolons.
 
- Eidolons? Devem estar fazendo a festa lá em cima.


 
- Estão. Deveríamos fazer algo a respeito.



- Eu quero que a humanidade se foda, sinceramente.



- Não se trata disso. A questão é que com a ausência da ordem dos deuses, logo uma nova ordem será instaurada.



- Você prefere emergir num mundo controlado pelos Eidolons ou tomar as rédeas da situação e mandar esses lixos para sofrer pela eternidade no Novo Inferno? Vai deixar os caras deitarem e rolarem sobre a gente mesmo?
 
- Novo Inferno? Como assim? – questiona um pensativo Aiacos.


 
- Aqui no Yomotsu podemos criar um destino definitivo para os mortos. Mas eu não consigo sozinho, minha ligação com o Sekishiki é forte, mas não é suficiente. Precisaria da ajuda de mais alguém, de um juiz do inferno...



- Quem diria, um Cavaleiro precisa da ajuda de um Espectro... Ha!



- Eu topo, mas com uma condição: serei o Juiz deste Inferno e sentenciarei as almas a punições conforme o meu arbítrio... e minha criatividade, claro.
 
- Fechado, Espectro. Agora vamos, temos uma festa para arruinar.



Com o pacto selado o Yomotsu já estava diferente e toma nova forma sendo remoldado pelas cosmo energias dos dois. Almas de Cavaleiros e Espectros mortos surgem para cooperar com o funcionamento do Novo Inferno.


Última edição por Malakh em Ter Dez 11, 2018 3:17 am, editado 6 vez(es)
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Re: Seu Deus Está Morto! - As Desventuras entre o Cavaleiro da Morte e o Juiz do Inferno

Mensagem por Malakh em Ter Dez 11, 2018 1:57 am



Na noite de Tóquio, um carro cruza a ruas em alta velocidade até que para em frente a um grande e chamativo edifício.




- É aqui. Há algo muito estranho rolando aqui. – diz Malakh deixando o veículo.



- Corporação Vega? – questiona Aiacos também saindo do carro e avistando a faixada do prédio.



- Até pouco tempo atrás era uma empresa de médio porte. De repente tudo dá certo para ela e passa a comprar as concorrentes.



- Isto começou quando o novo dono assumiu. E o mais estranho: ele era só um funcionário de baixo escalão até alguns meses atrás.

- Ok, mas por que diabos viemos de carro?




- Para não chamar a atenção, oras. Estamos no meio da civilização agora, se liga.


- Agora fecha a matraca, vamos entrar.

Dentro do prédio um clima peculiar imediatamente chama a atenção da dupla. Pessoas trazendo joias e dinheiro como se tivessem acabado de ter roubado, outros portando drogas prontas para a venda sem se importarem em ser vistos.



É como um covil de uma grande organização criminosa, mas todos os indivíduos lá pareciam enfeitiçados, com um olhar vazio e sem vida.

- Mas que porra...


Repentinamente, a multidão percebe que a dupla não pertence àquele lugar e passa a encará-los.



- E agora, Sherlock?


- Deixa rolar...




Os funcionários da Corporação então investem contra os invasores, com afinco para eliminá-los.

Com tranquilidade, Aiacos e Malakh aplicam golpes físicos sobre os oponentes, sem os matarem, apenas de modo a nocauteá-los. Logo todos estavam ao chão.



- Não vim aqui para perder tempo brincando com esses insetos. Cadê a desgraçada da alma fugitiva?


- Na cobertura, é claro. Onde mais ficaria um cara com um ego gigantesco e o poder de manipular mentes? – diz apontando para o elevador.
Os dois seguem para o elevador, que sobe todos os andares e chega ao destino.

Como previsto, é o local certo. Dezenas de mulheres nuas habitam o local, uma fragrância adocicada toma conta do ambiente. Há camas, banheiras, pétalas de rosa e uma grande mesa que exibe um banquete.

Na ponta da mesa, um homem é servido vinho em uma taça por uma de suas escravas sexuais.



- Vocês chegaram longe... – diz o homem.



- Quem é você que possui o corpo desse mortal? Revele-se.


- Ora, sabem disso então. Interessante... Sou Yudo, mas você não me conheceria, venho de um tempo longínquo.



- Agora que as dúvidas foram sanadas, quero que vocês dois se matem. – fala tentando usar seu poder.



Aiacos e Malakh se entreolham e caem na gargalhada.

- Um tempinho no inferno pode ter fortalecido essa sua alma orgulhosa a ponto de desenvolver a habilidade de controle de mentes, mas isso não quer dizer que vá funcionar com alguém mais forte do que você.



- Mais forte do que eu? – questiona batendo a mão na mesa.



A dupla então revela suas identidades trajando a armadura de ouro e a súrplice.





- Um Cavaleiro e um Espectro? Juntos? O que está acontecendo aqui? – Yudo se levanta.



- Estamos botando ordem na casa...



- Não vai adiantar. Não tenho somente a habilidade de controlar mentes, posso também lê-las. Posso antecipar qualquer movimento que façam.



Instantaneamente, Aiacos surge em frente de Yudo, pegando-o de surpresa.

- Antecipe isso então, verme. – diz enquanto coloca sua mão no torso do inimigo e solta uma descarga de energia cósmica.



“Maldição, nem deu tempo de ler nenhum pensamento. É um nível muito acima do meu.” – pensa enquanto se reergue do chão.



- Calma, Aiacos. Não mate o hospedeiro, ele não tem culpa. Vamos só expurgar o infeliz desse corpo.

SEKISHIKI MEIKAI HA!



Malakh lança sua técnica e expõe a alma de Yudo logo acima do corpo do hospedeiro.

- Malditos, eu vou retornar. O Inferno já era, vou estar sempre livre e não vou esquecer-me deste dia! – urra a alma de Yudo em tom desesperado.




- Não ouviu não? Tem um Novo Inferno esperando por você.



- E eu serei o juiz dos teus crimes.



- Eu o sentencio a uma eternidade passando uma vontade voraz sem jamais poder saciá-la. É a minha decisão.


Aiacos estala os dedos e manda a alma de Yudo para o Yomotsu, o novo destino dos mortos.

As mulheres do local então voltam a si e ostentam olhares de confusão.

- É melhor a gente dar o fora daqui logo, não bolei uma explicação plausível para dar a elas.



- Tens que planejar melhor essas coisas, cara.


- Vamos em frente. A noite é uma criança e ainda há muitos Eidolons por aí para a gente mandar pro inferno. – diz Malakh enquanto a dupla sai de cena.
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Re: Seu Deus Está Morto! - As Desventuras entre o Cavaleiro da Morte e o Juiz do Inferno

Mensagem por Aiacos em Sex Dez 14, 2018 12:21 pm

____________________________________________________________________________



"Alguns dias haviam se passado desde que a curiosa dupla havia atacado o primeiro Eidolon em Tóquio. Ambos conseguiram lidar calmamente com o alvo, que não apresentou nenhum empecilho para que pudessem completar a missão."

Depois de uma breve luta, Yudo foi derrotado e acabou sendo enviado para o Novo Inferno, que agora está sob a responsabilidade de Câncer e Garuda. Agora o cenário muda, uma nova suspeita aparece. Após uma investigação levada à cabo pela dupla, ambos se movem para um novo destino. O que será que lhes esperam?"


"E aqui estamos nós, na bela e maravilhosa cidade de Kyoto. Era uma fria manhã de domingo, com os céus nublados, dando um aspecto sombrio e deprimente que contrastava com a beleza das construções que haviam no local. Tudo estava vazio, cemitério, quando o clima de solidão é alterado ao aparecerem duas silhuetas que caminhavam pelas ruas desertas."



- É aqui! É aqui que está localizado o nosso próximo alvo, Malakh.
"Aiacos comenta calmamente enquanto anda a passos vagarosos, tentando encontrar alguma pista, através de alguma perturbação cósmica. Os Eidolons eram almas que podiam ser detectadas por aqueles que dominassem o Seikishiki."

- Temos que ter muita cautela...pois este é bem mais forte que o anterior...

"O juiz comenta com uma certa preocupação, demonstrando assim uma cautela. Seu comportamento estava diferente, o que intrigava seu colega Malakh."


- Aiacos, você tem certeza que ele está por aqui?

"Malakh seguia seu colega, enquanto olhava para todos os lados buscando alguma pista que pudesse levá-los ao Eidolon."

- Sim, não me restam dúvidas. Senti uma perturbação cósmica por aqui...você não sentiu??


- Eu pude sentir. Mas como você comentou antes, foi apenas por um instante. Tão logo se manifestou e já desapareceu.

"O juiz do inferno para de andar, e gesticula com a mão para que o cavaleiro de ouro também parasse."

- Ei...você encontrou alguma coisa? 

"Malakh acena negativamente com a cabeça, não havia encontrado nada. Seguindo o pedido do seu colega, o dourado para ao lado do juiz, que espia entre os becos entre as construções."



"O local estava cemitério, não havia uma viva alma sequer. Somente o som do silêncio, constantemente quebrado pelo barulho do sopro dos ventos."

- Algo está errado...

"Aiacos olha para Malakh."

- Ele sabe que estamos aqui. Mas ainda não se manifestou. Nossa localização pode ser desconhecida para ele...assim como a localização dele também é desconhecida para nós.
"O cavaleiro de ouro vira-se para o lado, olhando as janelas de uma residência ao lado deles."


- Não vamos perder nosso tempo...

"Começa a elevar seu cosmo, agressivamente. O cavaleiro de ouro não compreende a postura do espectro. Tal ato revelaria a sua posição."

- O que pretende? Assim vai acabar denunciando nossa posição ao Eidolon. Basta!!

"O dourado alerta seu companheiro, se mostrando irritado com a postura imprudente do juiz."

- Não podemos perder tempo...temos que agir agora. Rápido, vista sua armadura de ouro.
"Um Aiacos agitado se mostra presente."
- Tens certeza disso? Nossa investigação até agora é inconclusiva. Precisamos localizá-lo primeiro! Você sabe disso.

"Eis que vozes são ouvidas no horizonte. Foram gritos, porém em um tom baixo, como se estivesse longe. Os gritos iniciaram e tão logo findaram-se, em questão de segundos."


- Você ouviu isso?
"Malakh vira-se para Aiacos."

- Sim...eu ouvi!
"Sem perder tempo, ambos vestem suas respectivas vestimentas, ficando de prontidão."

"De repente, novos gritos ecoam pelo local."



- Esse Eidolon é diferente dos demais. Como eu te expliquei ontem, Malakh, nós, o exército de Hades, já tivemos alguns poucos contatos com Eidolons. Eu, como juiz do inferno e espectro, já tive que lidar com alguns.
"O cavaleiro de ouro acena positivamente com a cabeça, recordando da conversa que tiveram no outro dia. Ambos caminhavam vagarosamente entre as ruelas de Kyoto."

-Porém, a grande maioria, por serem almas fracas, eram facilmente subjugadas. Mas...haviam aqueles que eram extremamente poderosos.

"O juiz explica calmamente enquanto ambos ouvem diversos gritos de pânico e desespero que ecoam pela cidade que estava vazia como cemitério."

- Então...quer dizer que um desses Eidolons diferenciados está aqui? Tem certeza?

"O dourado questiona seu colega enquanto tenta detectar alguma cosmo energia que pudesse ser do Eidolon."

- Parece que dessa vez tudo será mais divertido.

"O cavaleiro de ouro fala em tom de deboche."

- Como você sabe que é ele?

"Aiacos vira-se para Malakh com um olhar sério e responde prontamente."

- Sua presença...ela me é familiar...é única e inconfundível. E agora...consigo sentir um odor...e esses gritos...todas essas circunstâncias não me deixam dúvidas...é ele.


"O dourado então percebe que havia um leve odor pairando no ar, um cheiro muito estranho, que queimava por dentro das narinas. À medida que andavam, o cheiro ficava mais forte."

"Eis que os gritos se tornam extremamente alto e ensurdecedor."

"A dupla havia chegado em uma praça grande que ficava na cidade, e lá se depararam com um cenário peculiar."



"Haviam vários pilares negros, e na ponta de cada um haviam pessoas empaladas que gritavam desesperadamente por socorro. Quando elas morriam, seus corpos apodreciam em ritmo veloz, até desintegrar-se."

- É ele...agora eu tenho certeza!

"Aiacos cruza seus braços observando o espetáculo macabro que acontecia diante deles."

- Quem é esse Eidolon?

"Questionava Malakh, intrigado."

- Não tem nome...nenhum espectro nem mesmo Hades sabe a sua identidade...


- Por isso passou a ser chamado de Inominado.


"Malakh coloca a sua mão no queixo. Um Eidolon que os espectros desconheciam. Tal fato haviam intrigado-o."

- Pode ser que ele seja bem antigo...do tempo da titanomaquia...quando o Meikai não era parte do domínio de Hades.

"Aiacos afirma com a cabeça fazendo um gesto positivo."

- Sim, é muito antigo...desconhecemos sua origem. Fazem muitos milênios que ele se alimenta das almas que vão para o Meikai. Porém como são milhões e milhões de almas despejadas toda hora, nunca nos importamos. Porém a partir do momento em que começou a atacar nosso exército...tivemos que intervir.


- Hades pessoalmente se encarregou de selá-lo nos abismos do Meikai.



"Enquanto isso, as pessoas ali empaladas agonizavam, implorando por ajuda, enquanto desfaleciam lentamente, em constante agonia mesclada com desespero e dor."

- Confesso que ver essa cena me traz uma sensação de paz. É um belo espetáculo, confesso.

"Aiacos esboça um sorriso cínico."

- Mas mesmo assim...não podemos deixar o Inominado fazer o que quer. Ele sem dúvidas era uma ameaça para o Meikai...e com certeza será uma ameaça para o Sekai, isto é, o seu mundo.
"Aponta o dedo para Malakh."

- Veja bem. Eu não me importo com a superfície. Porém esse Eidolon maldito devora as almas, e vai ficando cada vez mais poderoso. Uma hora ele irá atrás de nós, e a ideia de ter que lidar com ele futuramente, quando estiver bem poderoso, não me agrada nem um pouco.


"O juiz suspira fundo, enquanto observa alguns corpos desfalecidos se desintegrarem."
- Idiota, não precisa disfarçar, eu sei que você também gosta de usufruir dos benefícios que a superfície oferece, diferente do Meikai.

"O dourado solta uma risada."

- Vamos lidar com esse desgraçado.


"Milhares de almas perambulavam pelo local, deixando os corpos dilacerados e irreconhecíveis dos moradores, que se desintegravam em questão de minutos, num aceleradíssimo ritmo de apodrecimento."

"As almas iam todas para uma mesma direção, sendo que os dois colegas observam. Havia uma silhueta que absorvia essas almas, porém a mesma era de baixa estatura, como se fosse uma criança. Não era possível ver a sua forma direito, pois estava oculta nas sombras."


- Maldito...apareça!!!!

"O juiz do inferno explode seu cosmo, enquanto concentra sua cosmo energia em uma das mãos."

"O cavaleiro de ouro não perde seu tempo e também começa a elevar seu cosmo."

- Tome cuidado, Malakh.



- Tsc...não precisa falar nada...

"Os dois encaram a silhueta, que para de absorver e devorar as almas. A mesma caminha à passos vagarosos na direção de ambos, e só para de caminhar quando fica em frente à eles, numa distância de vários metros, revelando sua identidade, que lhes deixam chocados."

- Não pode ser...isso é impossível!!



- Que bom que você veio, Malakh de Câncer...fico feliz em saber que você está bem.
"E eis que a silhueta que surge na frente dos dois nada mais era do que Athena, porém em idade bem jovem, esboçando um sorriso. A deusa falava com o dourado com ternura e delicadeza. Os dois estavam incrédulos, porém o baque era bem maior para o dourado."

"O cavaleiro de ouro fica boquiaberto, sem saber o que falar."

- Cuidado Malakh...não se engane!!

"Grita Aiacos em tom de alerta."


"Porém era tarde."


--------------------------------------------------------------


Continua.

_________________

“Nada é mais justo na vida do que a própria morte. Não importa a cor da sua pele, não importa a profissão exercida, não importa a crença acreditada, não importa aonde nasceu e tampouco de onde veio. Todos, sem exceção nenhuma, irão voltar à terra, para apodrecer e servir de alimento aos vermes.”
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